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(mais) 3 livros para arrancar lágrimas dos olhos – especial ilustradores que amamos!

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três meses atrás, eu escrevi aqui sobre como literatura infantil pode ser emocionante e tocar a gente de surpresa. vira e mexe, fuçando as estantes do setor infantil das livrarias e bibliotecas, eu encontro um livro daqueles arrebatadores, que me fazem chorar na frente das crianças e ter que responder perguntas embaraçosas como ‘por que você está chorando?’ e ‘machucou onde, mamãe?”…

tenho pesquisado vários ilustradores bacanas, e na lista de publicações de quase todos tem um desses livros lindos, com histórias emocionantes e desenhos incríveis. por isso, a lista de hoje é um especial ilustradores que amamos – alguns dos autores/ilustradores mais fantásticos que encontramos por aí.

então, prepare sua caixa de lenços de papel e boa leitura! 😀

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O coração e a garrafa
(Oliver Jeffers, Salamandra)

se você faz parte do clubinho Astronautas de Histórias, com certeza já ouviu falar dele (ele é o autor e ilustrador do livro O incrível menino devorador de livros)! Oliver Jeffers é um artista completo, pinta telas realistas a óleo, ilustra livros de outros autores e escreve histórias engraçadas e comoventes usando suas próprias ilustrações. irlandês engraçado e criativo, Oliver Jeffers é um ótimo contador de histórias – seja através de desenhos ou de palavras. o livro O coração e a garrafa conta a história de uma menina que, ao se deparar com a dor da perda, decide que vai guardar seu coração num lugar seguro para nunca mais sofrer. o problema é que, com o tempo, ela passa a não sentir muitas outras coisas que fazem a vida valer a pena. se você também se vê nesse dilema pelo menos uma vez no ano, vai se identificar – e provavelmente chorar. 🙂

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Pedro e Lua
(Odilon Moraes, Cosac Naify)

já deu pra perceber que eu curto bastante o trabalho do Odilon Moraes, não deu? (rs) ele começou sua carreira ilustrando o trabalho de outros autores e, depois de um tempo, encarou a profissão de escritor e se saiu incrivelmente bem. difícil dizer se ele é melhor escritor ou ilustrador… seu primeiro livro foi Princesinha medrosa, também já explorado pelos Astronautas de Histórias! neste livro aqui, ele conta a história do menino Pedro e de sua amiga inesperada, a tartaruga Lua. juntos eles olham a lua e as estrelas, e toda vez que Pedro viaja Lua se esconde dentro do casco de tristeza. uma história sobre saudade e perda, pra lembrar de aproveitar cada segundo do agora, porque amanhã já pode ser uma nova história.

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A árvore vermelha
(Shaun Tan, SM)

o australiano Shaun Tan foi, pra mim, um achado. não me lembro bem como, mas um dia, pesquisando livros infantojuvenis com minha amiga Bia na Livraria Cultura (muito antes de eu querer mergulhar nesse mundo), o livro Contos de lugares distantes caiu no meu colo e comecei a folheá-lo. na hora, me senti transportada a um mundo fantástico, cheio de figuras estranhas e paisagens insólitas. pesquisando sobre ele, descobri que Shaun Tan entrou para o mundo da ilustração no ramo da ficção científica, o que explica seus universos complexos e exóticos. no livro A árvore vermelha, ele explica aquela sensação que todos temos de tempos em tempos de que o dia que está nascendo vai ser igual a todos os outros, sem nada para esperarmos, e como a vida parece aos olhos de quem está vivendo esse momento. uns chamaram este livro de ‘deprimente’, mas outros (como eu) acham que, muito pelo contrário, é um livro que simboliza a esperança e as respostas que estão bem na nossa frente mas não conseguimos enxergar. ❤

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3 escritoras brasileiras de livros infantis que você com certeza leu na escola

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Cecília, Ruth e Ana Maria.
o que estas três têm em comum? são mulheres, escritoras de livros infantojuvenis, premiadas e conhecidas.

qualquer pessoa que acompanhe o mercado editorial brasileiro (mas pode ser qualquer mercado em quase qualquer país) sabe que está aí uma combinação difícil de acontecer: ser escritora publicada, premiada e conhecida no país e no mundo. com todas as discussões sobre igualdade de gêneros que vêm acontecendo, surgem movimentos interessantes que lutam pelo reconhecimento do papel da mulher nos mais variados nichos, seja em profissões científicas, em posições de liderança em empresas, ou qualquer outro. um desses movimentos bacanas é um projeto chamado Leia Mulheres, que inspira leitores do mundo todo a lerem mais livros escritos por mulheres.

agora para e pensa: dos seus autores preferidos, quantos são mulheres? dos últimos livros que você leu ou ouviu falar, quantos foram escritos por mulheres? dos livros que você leu na escola, quando criança, quantos eram de escritoras brasileiras?

pois é. então, para tentar corrigir esse desajuste, relembro aqui 3 livros infantis que você com certeza leu na escola e, muito provavelmente, não se esqueceu até hoje!

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Ou isto ou aquilo (Cecília Meireles, Global)
Cecília Meireles, a mais velha das três listadas aqui, nasceu no Rio de Janeiro em 1901 e morreu no ano em que um dos seus livros mais conhecidos, Ou isto ou aquilo, foi lançado, em 1964. filha de açorianos, ela ficou órfã ainda pequena e cresceu criada pela avó Jacinta. começou a escrever poesia aos 9 anos de idade, e aos 18 teve seu primeiro livro de poemas publicado. foi escritora, pintora, professora e jornalista, publicou incontáveis livros (não só infantojuvenis) e recebeu diversos prêmios e honrarias – e foi a única a aparecer numa cédula brasileira, a de 100 Cruzados Novos!

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Marcelo, marmelo, martelo (Ruth Rocha, Salamandra)
Ruth Rocha nasceu em 1931, em São Paulo, mas só foi se tornar escritora beeeem depois. quando pequena, era leitora voraz de tudo que caía em suas mãos. formou-se socióloga, foi aluna do Sérgio Buarque de Holanda na USP e começou sua vida profissional no Colégio Rio Branco, primeiro como bibliotecária e, depois, como orientadora educacional. daí passou a escrever sobre Educação para revistas e logo foi parar nas colunas da Revista Recreio (que existe desde a década de ’60, sabia?). trabalhou também como editora na Abril, mas foi só muitos anos depois, aos 45 anos, que ela publicou Palavras, muitas palavras, seu primeiro livro. Marcelo, marmelo, martelo, um livro sobre um menino que decide renomear as coisas, foi seu maior best-seller e um dos maiores sucessos editoriais do Brasil, com 25 edições e 10 milhões de exemplares vendidos!

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Bisa Bia, Bisa Bel (Ana Maria Machado, Salamandra)
Ana Maria Machado nasceu em 1941, no Rio de Janeiro, e é a única das 3 formada em Letras. estudou pintura em Nova York, fez pós-graduação em Linguística na França com Roland Barthes, foi presidente da Academia Brasileira de Letras de 2011 a 2013, onde ocupa a cadeira #1, foi uma das sócias editoriais da Quinteto Editorial junto com a Ruth Rocha, e em 1980 co-fundou a primeira livraria infantil do Brasil, a Malasartes, que existe no Rio até hoje! ela é uma das maiores porta-vozes da leitura infantil e da educação como direito básico de toda criança. escreveu tantos livros que não dá nem pra contar, teve histórias traduzidas pra mais de 20 idiomas pelo mundo e vendeu mais de 20 milhões de livros até hoje. seu Bisa Bia, Bisa Bel, escrito em 1981, foi premiado e teve mais de meio milhão de cópias vendidas. nele, Ana Maria Machado conta a história de uma menina chamada Isabel, que encontra um retrato de sua bisavó Bia entre as coisas de sua mãe e começa uma relação de muitas descobertas com essa pessoa tão especial e com sua própria futura bisneta.

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3 livros para ser detetive — autores estrangeiros

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mais pistas falsas, mistérios perigosos, suspeitos estranhos e detetives engraçados!
depois de escrever sobre os 3 melhores escritores brasileiros de histórias de detetives na semana passada, deixo aqui mais 3 dicas de livros de detetives imperdíveis, mas agora é a vez de escritores americanos.
o bom é que, como os outros, as histórias destes se desenrolam em séries de vários livros; para leitores atentos, inteligentes e obsessivos. 😀

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Quem poderia ser a uma hora dessas? {Só perguntas erradas, vol. 1} (Lemony Snicket, Cia. das Letras)
Lemony Snicket é o pseudônimo do escritor americano Daniel Handler, autor da série de 13 volumes Desventuras em série sobre os irmãos Baudelaire. nesta nova série, Só perguntas erradas, acompanhamos o pequeno Lemony Snicket em seu primeiro ano depois de formado na academia de detetives, com sua tutora descabelada S. Theodora Markson pela cidade de Manchado-pelo-mar à procura de quem roubou a estatueta da Fera Ressonante. ao mesmo tempo intrigante e irreverente, Lemony Snicket tem um jeito sarcástico que cativa já nos primeiros parágrafos.

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O labirinto dos ossos {The 39 clues} (Rick Riordan, Ática)
Rick Riordan é um escritor americano bastante conhecido pela série Percy Jackson & the Olympians, que virou uma franquia de filmes. nesta ambiciosa série, ele participa como autor de alguns volumes (cada livro é escrito por uma pessoa diferente) e como organizador da coleção. o primeiro livro, Labirinto dos ossos, foi escrito por ele e conta a história de dois irmãos, Dan e Amy, que ficam órfãos (como os Baudelaire do Snicket) e precisam escolher entre receberem uma herança milionária ou participarem de uma ‘caça ao tesouro’ em busca das 39 pistas que formam o ingrediente do soro capaz de criar o humano mais poderoso do mundo.

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A misteriosa sociedade Benedict (Trenton Lee Stewart, Galera Record)
Trenton Lee Stewart é um escritor americano que ficou conhecido após o primeiro livro da série A misteriosa sociedade Benedict ter ficado na lista dos mais vendidos do New York Times e de ter recebido prêmios no ano de sua publicação. depois disso, Trenton Lee escreveu mais dois volumes da série, A misteriosa sociedade Benedict e a jornada periculosaThe mysterious Benedict Society and the prisioner’s dilemma (ainda sem tradução no Brasil), além do livro The extraordinary education of Nicolas Benedict (também sem tradução aqui), sobre a vida do personagem que dá nome à sociedade do livro. o primeiro volume conta a história de quatro jovens que se conhecem após lerem um misterioso anúncio no jornal para participar de uma série de testes para crianças excepcionalmente inteligentes, e após serem selecionados, partem numa busca misteriosa para descobrir um enigma que deixa a todos perplexos.

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3 livros sobre diferentes tipos de pais – Especial Dia dos Pais

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o Dia dos Pais está logo aí! por isso, hoje escrevo em homenagem àquele ser difícil de definir, nem sempre presente na vida de todos, de papel mutante ao longo dos últimos anos mas sempre, sempre, incrivelmente especial.

já tentou definir o que é um pai? é coisa complicada pra caramba… antigamente era o provedor da casa, a suma autoridade e a pessoa que deveria ser temida pelos filhos. hoje (ainda bem!) não é mais assim; as mulheres passaram a ser co-provedoras do sustento da família e os homens, co-educadores dos filhos, a autoridade é compartilhada por mãe e pai e não se baseia mais no terror e no medo, mas no respeito à individualidade de cada criança e no amor acima de tudo. mas com os papéis tão misturados e desligados de gênero, como definir o que é um pai?

existem várias piadas pela internet, principalmente na forma de cartuns, de que pai é o mais irresponsável do casal, o que joga a criança três metros pro alto, o que deixa os filhos brincarem com facas e tomadas, o que acha que comer comida caída no chão é bom pra saúde. exageros piadísticos à parte, talvez uma característica comum a muitos pais seja mesmo esse espírito mais aventureiro e livre da maioria dos homens. quem nunca conheceu um pai que brinca de se jogar no chão com os filhos, que conta piadas (semi-)inapropriadas para os coleguinhas e que inventa sempre novos argumentos para ganhar nas discussões com as crianças?

com meu pai, eu aprendi a dançar no meio da sala ao som de rock’n’roll a qualquer hora do dia como se ninguém estivesse olhando. aprendi a desenhar falando ao telefone e a ter boa caligrafia (e ele é médico, hein?!). aprendi que confiança é ter certeza de que a porta sempre está aberta a dúvidas embaraçosas ou confissões vergonhosas, com uma conversa empática e entre iguais, mesmo que haja um castigo no final. aprendi que ler e estudar é muito divertido. aprendi a debater, a brigar, a magoar e a importância de voltar atrás e pedir desculpas.

no meu marido, eu vejo que o pai é a criança que equilibra o rigor e a seriedade da mãe, o que faz cócegas nas crianças até deixá-las vermelhas de tanto rir, o que brinca de ‘psicologia reversa’ e faz com eles as coisas que não gostamos que eles façam com a gente (como ficar fingindo que brinca em frente à TV enquanto está passando um desenho animado que eles querem assistir). é ele quem cozinha, quem leva para passear, quem toma banho junto com as crianças, e quem, quase infalivelmente, saca o momento em que eu vou perder a paciência e assume o controle da situação para evitar brigas e arrependimentos.

pai é tudo isso e muito mais. e pai é como impressão digital, cada pessoa tem um diferente, especial e insubstituível. ❤

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Meu papai é grande, é forte, mas… (Coralie SaudoKris Di Giacomo, Ed. Girassol)
o pai deste livro ensina pela imitação: quando chega a noite, é ele quem não quer ir para a cama! tem medo do escuro, quer ouvir uma, duas, três histórias antes de dormir, pede água e quer ir pra cama do filho, que pacientemente tenta convencer seu pai que é hora de descansar, que amanhã tem mais brincadeiras, e deixa uma luz acesa para afugentar o escuro. para brincar de ensinar pelo comportamento e para repensar papéis de pai e filho.

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Papai tatuado (Daniel Nesquens, WMF Martins Fontes)
o pai deste livro ensina através de histórias: toda vez que volta pra casa, um pai conta a seu filho as histórias mais incríveis ilustradas por tatuagens que cobrem todo seu corpo, misturando realidade e fantasia. além de trazer o tema da tatuagem, que é bastante incomum em livros infantis mas super corriqueiro na realidade, a história aborda também as marcas que a experiência deixa em cada um e as histórias que existem por trás delas.

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Pê de pai (Isabel Minhós MartinsBernardo Carvalho, Cosac Naify)
o pai deste livro é múltiplo: representa vários tipos de pai ou as várias formas que os pais assumem para seus filhos, como o ‘pai-colchão’ e o ‘pai-doutor’, entre muitos outros. através de rimas, a autora descreve os muitos pais que existem enquanto o ilustrador usa traços simples e cores contrastantes para focar somente na parte importante de cada pai. para reler diversas vezes.

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3 livros sobre piratas – especial para o Chico!

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hoje, meu príncipe do meio, o Chico, completa 4 anos! ❤
em homenagem a ele, que adora piratas, passo aqui rapidinho (em meio à loucura das férias escolares!) para deixar 3 dicas de livros super bacanas recheados de piratas e muitas aventuras!
ahoy!

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O pirata Nhac (Jonny Duddle, Brinque-Book)
o pirata Barba-Roxa e seus companheiros gananciosos partem em busca de um suposto tesouro guardado por um terrível monstro marinho. além da história bem contada, o livro cativa principalmente pelas incríveis ilustrações do autor, cheias de detalhes e cores, num livro grande e de capa dura!

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O pirata e o farmacêutico (Robert Louis Stevenson, Companhia das Letrinhas)
escrito pelo mesmo autor do clássico O médico e o monstro, este livro conta a história de dois amigos que crescem juntos mas acabam tomando caminhos opostos na vida. depois de algum tempo, os dois se reencontram e o que acontece é surpreendente!

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Peter e Wendy (JM Barrie, Cosac Naify)
quem não conhece a história do menino Peter Pan, que não queria crescer? e quem nunca quis ir passar umas férias na Terra do Nunca? este livro conta a versão original da história clássica de Peter Pan e dos irmãos Darling e suas lutas contra o terrível Capitão Gancho e seus piratas, numa edição linda e ilustrada pelo designer Guto Lacaz.

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3 livros para conhecer o céu – especial New Horizons

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daqui a uma semana, no dia 14 de julho, nós vamos presenciar um feito histórico: pela primeira vez uma sonda espacial, chamada New Horizons, vai voar bem pertinho de Plutão e nós vamos finalmente saber do que é feito esse mundo tão distante! 😀

descoberto em 1930 pelo astrônomo americano Clyde Tombaugh, Plutão foi considerado o último planeta do sistema solar, a uma distância de 5,8 bilhões de quilômetros do Sol! em 2006, a União Astronômica Internacional (um conselho composto pelos mais importantes astrofísicos do mundo) decidiu mudar a classificação de Plutão para ‘planeta-anão’, por considerá-lo muito diferente dos chamados ‘planetas principais’ (os 8 que conhecemos) e mais parecido com outros corpos celestes como Ceres, Makemake, Haumea, Eris e outros objetos transnetunianos (corpos celestes que ‘habitam’ a região do Cinturão de Kuiper, pra lá de Netuno).

de todo modo, Plutão sempre esteve presente no imaginário coletivo. por ser praticamente invisível mesmo pelos telescópios mais poderosos, nunca se soube que cara tem esse planeta tão gelado e escuro e isso atiçou a curiosidade de muitos cientistas desde sua descoberta. em 2006, no mesmo ano em que o planeta foi reclassificado, a NASA lançou a sonda New Horizons em direção ao planeta-anão. o projeto é para que a sonda só passe por Plutão e continue em seu trajeto através do Cinturão de Kuiper, mas nessa passagem a sonda, que carrega vários equipamentos de medição, vai coletar o maior número de informações possível sobre o planeta-anão e suas luas!

ou seja, nós estamos assistindo a história sendo escrita: depois de uma viagem de 9 anos pelo espaço, vamos presenciar ao vivo as primeiras imagens precisas e próximas do planeta mais esquivo do sistema solar! fique de olho. 😉

se você, assim como eu, se interessa muito por astronomia, aqui vai uma listinha de 3 livros para conhecer melhor o céu:

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A história das estrelas (Neal Layton, Companhia das Letrinhas)
um livro super bacana para entender o que são estrelas, como elas nascem, se morrem, quais os tipos que existem, além de aprender um pouco da história da astronomia. tem capa dura e um monte de abas interativas e pop-ups!

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O mais sensacional guia intergaláctico do espaço (Carole Stott, Companhia das Letrinhas)
não só a gente aprende sobre a história do universo: o começo de tudo, o Big Bang, e como as galáxias, estrelas e planetas passaram a existir, como também aprendemos sobre como se tornar um astronauta, sondas espaciais e telescópios etc. um verdadeiro guia espacial!

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A menina que batizou Plutão e outras histórias extraordinárias de jovens cientistas (Marc McCutcheon, Cosac Naify)
nas nove histórias reunidas neste livro, aprendemos sobre Venetia Burney, a menina que aos 11 anos deu nome ao recém-descoberto ‘planeta X’, Louis Braille, o garoto que inventou uma escrita que pode ser lida por cegos, Philo Farnsworth, que aos 14 anos teve uma ideia que levou à invenção da TV, e outras crianças e jovens que criaram coisas incríveis através da observação da natureza e de ideias brilhantes!

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3 livros de autores convidados da Flipinha 2015

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começou ontem a 13ª edição da FLIP, a Festa Literária Internacional de Paraty, festival que acontece todos os anos desde 2003 e que colocou de vez o Brasil no circuito literário internacional! 😀

este tipo de evento acontece em várias cidades do mundo e reúne editoras, autores, ilustradores e inúmeras pessoas e empresas ligadas à literatura de várias partes do planeta para discutir produção literária, a indústria do livro, leitores e leituras e novos rumos. todo ano, um autor brasileiro é homenageado; primeiro foi Vinícius de Moraes, depois Guimarães Rosa, Clarice Lispector, etc. e este é o ano do Mario de Andrade! autores internacionais vêm de visita à simpática cidade carioca para dar palestras e participar de mesas de debate com autores nacionais, e são oferecidas oficinas e outros eventos paralelamente às discussões principais. durante esses cinco dias, Paraty se torna o centro do mundo: milhares de turistas passeiam pelas ruas e pontos históricos, onde cruzam com escritores famosos e diversas celebridades.

desde a primeira edição havia espaço na programação para a produção literária voltada às crianças, que, a partir do segundo ano, passou a ser chamada carinhosamente de Flipinha. este evento paralelo e de grande importância tem como principal objetivo a formação do leitor e o desafio de melhorar a qualidade de vida das crianças da cidade. a Flipinha acontece na sede da Biblioteca da Casa Azul e em várias escolas de Paraty e conta com palestras de autores e ilustradores, oficinas, apresentações de teatro, poesia e música para crianças visitantes e da região. como seu evento-irmão, a Flipinha também tem um quadro de autores nacionais, e o deste ano conta com Odilon Moraes, Diléa Frate, Stella Maris Rezende, João Anzanello Carrascoza  entre diversos outros.

deixo aqui para vocês uma pequena amostra de livros escritos por autores da Flipinha 2015:

Awyató-Pót

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Awyató-Pót (Tiago Hakiy, Paulinas)
o amazonense descendente dos Sateré-Mawé escreveu diversos livros sobre sua cultura e as histórias de seu povo. neste livro, Tiago escreve quatro contos de Awyató-Pót, figura mítica indígena que representa a bravura dos Mawé – no primeiro, ele descreve o nascimento do curumim, filho de uma índia-cobra com um gavião real; o segundo conto narra como o astuto guerreiro negociou com a Surucucu para levar a Noite à sua aldeia; Awyató-Pót derrota o monstro Juma no terceiro conto; e, no último, como o sapo O ók o engana para casar-se com sua filha.

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O voo do golfinho (Ondjaki, Cia. das Letras)
Africano de Luanda, Ondjaki é poeta e escreveu vários livros para adultos e outros para crianças. em O voo do golfinho, o escritor conta a história de um golfinho que gostava de dar saltos para fora do mar; num desses saltos, quando o mar estava liso, ele viu sua imagem refletida nas águas calmas do mar e percebeu o quanto parecia um pássaro. mais do que isso: notou que ao redor dele havia outros pássaros estranhos como ele. uma história linda que fala do sonho de liberdade compartilhado por todos os seres sencientes.

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A história de Akykysia, o dono da caça (Rita Carelli, Cosac Naify)
a paulista Rita cresceu em meio a aldeias indígenas brasileiras acompanhando seus pais em filmagens e pesquisas, então ela cresceu, se tornou escritora e ilustradora (entre outras coisas) e passou a contar sobre as histórias de vida das crianças indígenas do Brasil. neste livro, o primeiro da série Um dia na aldeia, da editora Cosac Naify, Rita conta a lenda de Akykysia, o monstro canibal que se esconde na floresta, e como um espero indiozinho da aldeia Wajãpi descobriu seu esconderijo.

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3 livros para curtir as férias

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3, 2, 1… estamos na reta final do 1º semestre! esta é a última semana livre de aula para a maioria das crianças e nós mães já começamos a pensar na nova rotina em casa e em mil passeios e atividades para fazer com eles até agosto. o nível de ansiedade por este momento varia bastante de mãe para mãe, e eu posso dizer que a perspectiva de férias, para mim, já foi bem pior… rs

acho que, neste momento, meus três filhos entraram num daqueles estranhos patamares etários em que eles parecem meio que ter a mesma idade: brincam com as mesmas coisas, assistem os mesmos filmes e curtem estarem juntos de modo geral. então, para mim, as férias ficaram mais tranquilas — ainda mais com o Caetano saindo das fraldas! mas já desde as últimas férias eu senti isso: uma calma no dia-a-dia, um sentimento de paz de estar com eles, sem alvoroço ou ansiedade. tanto que eu mal percebi quando a última semana de férias chegou!

de todo modo, é sempre bom ter umas ideias na manga para estar preparada para as férias com as crianças — e não terminar sucumbindo à TV como meio de “passar” os dias livres. mas como infelizmente a grana está sumida e a maioria dos passeios legais custa alguma coisa, o ideal é misturar vários tipos de atividades como passeios mais estruturados, como zoo e aquário, com passeios fáceis, tipo dar uma volta pelo bairro, tomar um sorvete na padaria, visitar um amigo, e também deixar bastante tempo livre para as crianças curtirem um ócio. sim, na idade deles também é importante ter tempo livre de atividades físicas e deixar as crianças curtirem um período em casa relaxando: desenhos, colagens, fotos, teatrinho, leitura e até filmes são boas pedidas para momentos de calmaria.

como maternidade não é necessariamente sinônimo de criatividade e habilidades manuais (rs!), deixo como sugestão três livros de atividades para fazer com as crianças nesses momentos menos ativos e mais lúdicos:

FabriquetaDeIdeias

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Fabriqueta de ideias
Katia Canton (Cia. das Letrinhas)
Uma seleção de ideias artesanais e artigos culturais que a autora escreveu para o caderno Estadinho, do jornal O Estado de São Paulo ao longo de dois anos. tem várias atividades fáceis e bem explicadas para fazer junto com as crianças e se divertir!

EuQueFiz

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Eu que fiz
Ellen e Julia Lupton (Cosac Naify)
As designers irmãs juntaram neste livro 102 ideias de atividades para as crianças fazerem com objetos do dia-a-dia, ilustradas e explicadas passo-a-passo.

50IdeiasParaCriarEBrincar

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50 ideias para criar e brincar naqueles dias de chuva!
Fiona Watt (Edições Usborne)
a Usborne é uma editora internacional, famosa por seus livros infantis coloridos e cheios de adesivos! são 50 ideias de pinturas, colagens e desenhos para as crianças fazerem facilmente e brincarem a tarde toda. apesar do título, as atividades apresentadas no livro não são precisam ser feitas só nos dias de chuva… rs

boa diversão! 😀

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3 livros para arrancar lágrimas dos olhos

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Eu penso que uma boa história, bem contada, não tem público definido; é para todos. Grandes escritores como Maurice Sendak e Edward Gorey corroboram esta ideia quando afirmam que não escrevem para crianças, mesmo que tenham publicado livros chamados infantis. Um dos principais motivos de eu adorar (boa) literatura infantil é que as histórias, ilustradas e com frases simples, falam a qualquer idade. Pode ver: se você pegar um livro infantil com uma história boba, vai dizer imediatamente ‘este livro é para crianças’. Mas quando encontramos um livro que, apesar da aparência, conta uma história que nos faz pensar ou nos emociona, aí sim estamos diante de boa literatura e temos dificuldade em classificá-lo simplesmente como ‘infantil’.

Uma história emocionante consegue, de modo simples e direto, chegar ao nosso coração. No caso da literatura infantil, ela chega, além de tudo, de surpresa. Dificilmente alguém abre um livro para crianças pensando que vai terminar a história aos prantos, mas não raro isso acontece. E são esses os livros que eu mais gosto! ❤

Por isso, fiz aqui para vocês uma listinha com 3 títulos que arrancam lágrimas dos meus olhos todas as vezes que os leio:

AArvoreGenerosa

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A árvore generosa
(Shel Silverstein, Cosac Naify)

Meu livro do coração: conta a história da relação entre um menino e uma árvore ao longo do tempo, e como as necessidades do menino mudam enquanto cresce e sobre felicidade. É uma história tão bem contada que tem uma profundidade temática vertical ímpar: num nível, trata de ecologia e da relação do homem com a natureza; noutro, aborda a busca interminável do homem por uma felicidade constantemente fora de si, uma insatisfação eterna com a vida; num nível mais profundo, contrasta o apego e a generosidade e discute o que é o amor incondicional. E foi este viés que me pegou. Depois de me tornar mãe, eu passei a entender a árvore do livro e sei que você também vai se identificar com ela.

MamaeZangada

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Mamãe zangada
(Jutta Bauer, Cosac Naify)

Um livro pequeno que conta, nem uma história, mas um momento: o que acontece com o pinguinzinho quando sua mãe se zanga e grita com ele. A autora absolutamente se propõe a debater os malefícios de se perder as estribeiras com nossos filhos, nem a sugerir outras formas de criação. Ela simplesmente descreve metaforicamente o que acontece com o pinguinzinho no momento em que sua mãe lhe dá uma baita bronca. E isso é tudo que basta para uma mãe como eu se desfazer em milhões de caquinhos ao me colocar no lugar da mãe-pinguim.

FicoAEspera

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Fico à espera…
(Davide Cali e Serge Bloch, Cosac Naify)

O livro perfeito para entender como a gente não vive no presente. Desde que minha primeira filha nasceu, eu me dei conta de quantas vezes penso em como as coisas vão ficar melhores (ou mais fáceis, ou mais divertidas) quando… e aí pode inserir qualquer coisa: quando ela começar a falar, quando sair das fraldas, quando aprender a andar, quando trouxer lição de casa, quando for para escola sozinha, etc. etc. Não que a fase do presente não seja boa, mas certamente quando tal coisa acontecer tudo vai ser melhor. E assim a gente passa os dias, esperando por aquela coisa que vai acontecer, não agora, mas em algum momento futuro. E é também por isso que, de vez em quando, a gente olha para trás e se assusta com o quanto o tempo passou! Parece que a gente nem aproveitou: olha lá, faz tanto tempo que a Elis não é mais um bebezinho. Era tão gostoso aquele cheirinho, aquele olhar, aquela risadinha…

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3 livros para os apaixonados — Especial Dia dos Namorados

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Aqui no Brasil, o nome da data restringiu os celebrados: o dia 12 de junho ‘só vale’ para quem tem namorado. Por isso surgiram as hilárias baladas dos solteiros de todos os tipos, o que é certamente muito divertido. Mas penso que a data tem mais a ver com os enamorados, os apaixonados, aqueles que têm seus corações preenchidos por alguém – mesmo que não tenham com ele um relacionamento oficial.

Sendo assim, quero aproveitar o momento *suspiros* e *corações* para falar sobre três livros que tratam deste tema tão conhecido de todos nós: o que é estar apaixonado! *ai, ai* ❤

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O primeiro é o livro Um milhão de borboletas, escrito pelo Edward van de Vendel e ilustrado por Carll Cneut (Ed. Cosac Naify). Alfredo começa a ver milhares de borboletas de todos os tipos rodopiando ao seu redor e, quando vai perguntar para outras pessoas se elas viram as borboletas ou se sabem do que se trata, todas as borboletas somem! Seus pais, muito sabidamente, mandam Alfredo para uma viagem sozinho, pois dizem que ele precisa descobrir por si só o significado daquelas borboletas. Alfredo, então, começa a se acostumar com o sumiço das borboletas quando alguém aparecia no seu caminho, até que ele encontra uma menina, em cima de uma ponte. Todo mundo que já sentiu ‘borboletas na barriga’ conhece esse caminho trilhado por Alfredo e sabe muito bem onde vai dar!

UmaPerguntaTaoDelicada

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O segundo livro é Uma pergunta tão delicada, escrito por Leen van den Berg e ilustrado por Kaatje Vermeire (Ed. Pulo do Gato). Curiosamente, o personagem principal que está apaixonado também é um elefante! Numa colina, o elefante pede aos animais que se reúnam para que ele faça uma pergunta: ‘como a gente sabe que está apaixonado?’. As respostas são tão variadas quanto as personagens que as dão, e valem como paralelo a todas as respostas que nos deram quando fizemos essa mesma pergunta, lembram? Parecia que a gente ficava mais confuso do que antes de perguntar.

LimeriquesDoBipedeApaixonado

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O terceiro livro é Limeriques do bípede apaixonado, escrito pela Tatiana Belinky e ilustrado por Andrés Sandoval (Editora 34). Em formato de limeriques (pequenos poemas rimados), a autora conta a história de uma menina que amava os animais, e de um menino que era apaixonado pela menina. Ao ver o cuidado que ela dá aos bichinhos, o menino se pergunta se, para ter seu amor, ele não deveria ser um bicho também. Para a gente lembrar de todas as vezes que tentamos nos tornar aquilo que nosso objeto de afeto gostava – e que invariavelmente não dava em nada!

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Categorias: livros, livros infantis | Tags: , , , , | 1 Comentário

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