3 livros de autores convidados da Flipinha 2015

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começou ontem a 13ª edição da FLIP, a Festa Literária Internacional de Paraty, festival que acontece todos os anos desde 2003 e que colocou de vez o Brasil no circuito literário internacional! 😀

este tipo de evento acontece em várias cidades do mundo e reúne editoras, autores, ilustradores e inúmeras pessoas e empresas ligadas à literatura de várias partes do planeta para discutir produção literária, a indústria do livro, leitores e leituras e novos rumos. todo ano, um autor brasileiro é homenageado; primeiro foi Vinícius de Moraes, depois Guimarães Rosa, Clarice Lispector, etc. e este é o ano do Mario de Andrade! autores internacionais vêm de visita à simpática cidade carioca para dar palestras e participar de mesas de debate com autores nacionais, e são oferecidas oficinas e outros eventos paralelamente às discussões principais. durante esses cinco dias, Paraty se torna o centro do mundo: milhares de turistas passeiam pelas ruas e pontos históricos, onde cruzam com escritores famosos e diversas celebridades.

desde a primeira edição havia espaço na programação para a produção literária voltada às crianças, que, a partir do segundo ano, passou a ser chamada carinhosamente de Flipinha. este evento paralelo e de grande importância tem como principal objetivo a formação do leitor e o desafio de melhorar a qualidade de vida das crianças da cidade. a Flipinha acontece na sede da Biblioteca da Casa Azul e em várias escolas de Paraty e conta com palestras de autores e ilustradores, oficinas, apresentações de teatro, poesia e música para crianças visitantes e da região. como seu evento-irmão, a Flipinha também tem um quadro de autores nacionais, e o deste ano conta com Odilon Moraes, Diléa Frate, Stella Maris Rezende, João Anzanello Carrascoza  entre diversos outros.

deixo aqui para vocês uma pequena amostra de livros escritos por autores da Flipinha 2015:

Awyató-Pót

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Awyató-Pót (Tiago Hakiy, Paulinas)
o amazonense descendente dos Sateré-Mawé escreveu diversos livros sobre sua cultura e as histórias de seu povo. neste livro, Tiago escreve quatro contos de Awyató-Pót, figura mítica indígena que representa a bravura dos Mawé – no primeiro, ele descreve o nascimento do curumim, filho de uma índia-cobra com um gavião real; o segundo conto narra como o astuto guerreiro negociou com a Surucucu para levar a Noite à sua aldeia; Awyató-Pót derrota o monstro Juma no terceiro conto; e, no último, como o sapo O ók o engana para casar-se com sua filha.

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O voo do golfinho (Ondjaki, Cia. das Letras)
Africano de Luanda, Ondjaki é poeta e escreveu vários livros para adultos e outros para crianças. em O voo do golfinho, o escritor conta a história de um golfinho que gostava de dar saltos para fora do mar; num desses saltos, quando o mar estava liso, ele viu sua imagem refletida nas águas calmas do mar e percebeu o quanto parecia um pássaro. mais do que isso: notou que ao redor dele havia outros pássaros estranhos como ele. uma história linda que fala do sonho de liberdade compartilhado por todos os seres sencientes.

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A história de Akykysia, o dono da caça (Rita Carelli, Cosac Naify)
a paulista Rita cresceu em meio a aldeias indígenas brasileiras acompanhando seus pais em filmagens e pesquisas, então ela cresceu, se tornou escritora e ilustradora (entre outras coisas) e passou a contar sobre as histórias de vida das crianças indígenas do Brasil. neste livro, o primeiro da série Um dia na aldeia, da editora Cosac Naify, Rita conta a lenda de Akykysia, o monstro canibal que se esconde na floresta, e como um espero indiozinho da aldeia Wajãpi descobriu seu esconderijo.

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3 livros para curtir as férias

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3, 2, 1… estamos na reta final do 1º semestre! esta é a última semana livre de aula para a maioria das crianças e nós mães já começamos a pensar na nova rotina em casa e em mil passeios e atividades para fazer com eles até agosto. o nível de ansiedade por este momento varia bastante de mãe para mãe, e eu posso dizer que a perspectiva de férias, para mim, já foi bem pior… rs

acho que, neste momento, meus três filhos entraram num daqueles estranhos patamares etários em que eles parecem meio que ter a mesma idade: brincam com as mesmas coisas, assistem os mesmos filmes e curtem estarem juntos de modo geral. então, para mim, as férias ficaram mais tranquilas — ainda mais com o Caetano saindo das fraldas! mas já desde as últimas férias eu senti isso: uma calma no dia-a-dia, um sentimento de paz de estar com eles, sem alvoroço ou ansiedade. tanto que eu mal percebi quando a última semana de férias chegou!

de todo modo, é sempre bom ter umas ideias na manga para estar preparada para as férias com as crianças — e não terminar sucumbindo à TV como meio de “passar” os dias livres. mas como infelizmente a grana está sumida e a maioria dos passeios legais custa alguma coisa, o ideal é misturar vários tipos de atividades como passeios mais estruturados, como zoo e aquário, com passeios fáceis, tipo dar uma volta pelo bairro, tomar um sorvete na padaria, visitar um amigo, e também deixar bastante tempo livre para as crianças curtirem um ócio. sim, na idade deles também é importante ter tempo livre de atividades físicas e deixar as crianças curtirem um período em casa relaxando: desenhos, colagens, fotos, teatrinho, leitura e até filmes são boas pedidas para momentos de calmaria.

como maternidade não é necessariamente sinônimo de criatividade e habilidades manuais (rs!), deixo como sugestão três livros de atividades para fazer com as crianças nesses momentos menos ativos e mais lúdicos:

FabriquetaDeIdeias

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Fabriqueta de ideias
Katia Canton (Cia. das Letrinhas)
Uma seleção de ideias artesanais e artigos culturais que a autora escreveu para o caderno Estadinho, do jornal O Estado de São Paulo ao longo de dois anos. tem várias atividades fáceis e bem explicadas para fazer junto com as crianças e se divertir!

EuQueFiz

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Eu que fiz
Ellen e Julia Lupton (Cosac Naify)
As designers irmãs juntaram neste livro 102 ideias de atividades para as crianças fazerem com objetos do dia-a-dia, ilustradas e explicadas passo-a-passo.

50IdeiasParaCriarEBrincar

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50 ideias para criar e brincar naqueles dias de chuva!
Fiona Watt (Edições Usborne)
a Usborne é uma editora internacional, famosa por seus livros infantis coloridos e cheios de adesivos! são 50 ideias de pinturas, colagens e desenhos para as crianças fazerem facilmente e brincarem a tarde toda. apesar do título, as atividades apresentadas no livro não são precisam ser feitas só nos dias de chuva… rs

boa diversão! 😀

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3 livros para arrancar lágrimas dos olhos

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Eu penso que uma boa história, bem contada, não tem público definido; é para todos. Grandes escritores como Maurice Sendak e Edward Gorey corroboram esta ideia quando afirmam que não escrevem para crianças, mesmo que tenham publicado livros chamados infantis. Um dos principais motivos de eu adorar (boa) literatura infantil é que as histórias, ilustradas e com frases simples, falam a qualquer idade. Pode ver: se você pegar um livro infantil com uma história boba, vai dizer imediatamente ‘este livro é para crianças’. Mas quando encontramos um livro que, apesar da aparência, conta uma história que nos faz pensar ou nos emociona, aí sim estamos diante de boa literatura e temos dificuldade em classificá-lo simplesmente como ‘infantil’.

Uma história emocionante consegue, de modo simples e direto, chegar ao nosso coração. No caso da literatura infantil, ela chega, além de tudo, de surpresa. Dificilmente alguém abre um livro para crianças pensando que vai terminar a história aos prantos, mas não raro isso acontece. E são esses os livros que eu mais gosto! ❤

Por isso, fiz aqui para vocês uma listinha com 3 títulos que arrancam lágrimas dos meus olhos todas as vezes que os leio:

AArvoreGenerosa

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A árvore generosa
(Shel Silverstein, Cosac Naify)

Meu livro do coração: conta a história da relação entre um menino e uma árvore ao longo do tempo, e como as necessidades do menino mudam enquanto cresce e sobre felicidade. É uma história tão bem contada que tem uma profundidade temática vertical ímpar: num nível, trata de ecologia e da relação do homem com a natureza; noutro, aborda a busca interminável do homem por uma felicidade constantemente fora de si, uma insatisfação eterna com a vida; num nível mais profundo, contrasta o apego e a generosidade e discute o que é o amor incondicional. E foi este viés que me pegou. Depois de me tornar mãe, eu passei a entender a árvore do livro e sei que você também vai se identificar com ela.

MamaeZangada

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Mamãe zangada
(Jutta Bauer, Cosac Naify)

Um livro pequeno que conta, nem uma história, mas um momento: o que acontece com o pinguinzinho quando sua mãe se zanga e grita com ele. A autora absolutamente se propõe a debater os malefícios de se perder as estribeiras com nossos filhos, nem a sugerir outras formas de criação. Ela simplesmente descreve metaforicamente o que acontece com o pinguinzinho no momento em que sua mãe lhe dá uma baita bronca. E isso é tudo que basta para uma mãe como eu se desfazer em milhões de caquinhos ao me colocar no lugar da mãe-pinguim.

FicoAEspera

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Fico à espera…
(Davide Cali e Serge Bloch, Cosac Naify)

O livro perfeito para entender como a gente não vive no presente. Desde que minha primeira filha nasceu, eu me dei conta de quantas vezes penso em como as coisas vão ficar melhores (ou mais fáceis, ou mais divertidas) quando… e aí pode inserir qualquer coisa: quando ela começar a falar, quando sair das fraldas, quando aprender a andar, quando trouxer lição de casa, quando for para escola sozinha, etc. etc. Não que a fase do presente não seja boa, mas certamente quando tal coisa acontecer tudo vai ser melhor. E assim a gente passa os dias, esperando por aquela coisa que vai acontecer, não agora, mas em algum momento futuro. E é também por isso que, de vez em quando, a gente olha para trás e se assusta com o quanto o tempo passou! Parece que a gente nem aproveitou: olha lá, faz tanto tempo que a Elis não é mais um bebezinho. Era tão gostoso aquele cheirinho, aquele olhar, aquela risadinha…

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3 livros para os apaixonados — Especial Dia dos Namorados

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Aqui no Brasil, o nome da data restringiu os celebrados: o dia 12 de junho ‘só vale’ para quem tem namorado. Por isso surgiram as hilárias baladas dos solteiros de todos os tipos, o que é certamente muito divertido. Mas penso que a data tem mais a ver com os enamorados, os apaixonados, aqueles que têm seus corações preenchidos por alguém – mesmo que não tenham com ele um relacionamento oficial.

Sendo assim, quero aproveitar o momento *suspiros* e *corações* para falar sobre três livros que tratam deste tema tão conhecido de todos nós: o que é estar apaixonado! *ai, ai* ❤

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O primeiro é o livro Um milhão de borboletas, escrito pelo Edward van de Vendel e ilustrado por Carll Cneut (Ed. Cosac Naify). Alfredo começa a ver milhares de borboletas de todos os tipos rodopiando ao seu redor e, quando vai perguntar para outras pessoas se elas viram as borboletas ou se sabem do que se trata, todas as borboletas somem! Seus pais, muito sabidamente, mandam Alfredo para uma viagem sozinho, pois dizem que ele precisa descobrir por si só o significado daquelas borboletas. Alfredo, então, começa a se acostumar com o sumiço das borboletas quando alguém aparecia no seu caminho, até que ele encontra uma menina, em cima de uma ponte. Todo mundo que já sentiu ‘borboletas na barriga’ conhece esse caminho trilhado por Alfredo e sabe muito bem onde vai dar!

UmaPerguntaTaoDelicada

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O segundo livro é Uma pergunta tão delicada, escrito por Leen van den Berg e ilustrado por Kaatje Vermeire (Ed. Pulo do Gato). Curiosamente, o personagem principal que está apaixonado também é um elefante! Numa colina, o elefante pede aos animais que se reúnam para que ele faça uma pergunta: ‘como a gente sabe que está apaixonado?’. As respostas são tão variadas quanto as personagens que as dão, e valem como paralelo a todas as respostas que nos deram quando fizemos essa mesma pergunta, lembram? Parecia que a gente ficava mais confuso do que antes de perguntar.

LimeriquesDoBipedeApaixonado

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O terceiro livro é Limeriques do bípede apaixonado, escrito pela Tatiana Belinky e ilustrado por Andrés Sandoval (Editora 34). Em formato de limeriques (pequenos poemas rimados), a autora conta a história de uma menina que amava os animais, e de um menino que era apaixonado pela menina. Ao ver o cuidado que ela dá aos bichinhos, o menino se pergunta se, para ter seu amor, ele não deveria ser um bicho também. Para a gente lembrar de todas as vezes que tentamos nos tornar aquilo que nosso objeto de afeto gostava – e que invariavelmente não dava em nada!

Lembre-se que leitor do blog tem 10% de desconto nA Pequena Loja de Histórias! Basta colocar o código MLDN2015 na sacola de compras. Um feliz dia a todos os apaixonados! ❤

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Papo de Pai Louco – conheça o Fabio Accunzo

Helloucas!!!!

Tudo bem??

E o Papo de Pai Louco de hoje apresenta mais um paizãaaaao!!!! Amigão desde a aborrecência, fera na esgrima, tenho um carinho muito especial por ele e toda a familia!! E não é que ele se casou com uma daquelas amigas-irmãs??? Acompanhei todo o relacionamento, com muito prazer abençoei o casal sendo madrinha e continuo acompanhando a vida em família, agora com os fofésimos Olivia e Henrique!

E hoje vocês poderão conhecer como esse cara tão legal encara a paternidade!!

Seja bem vindo, Fá!!!

Bjos e até a próxima!!


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ML: O que você lê com sua filha? (quando você escolhe, não ela)

Fabio: de tudo, Olivia (porquinha), Gibi da Monica, livros relacionados a animais e natureza, livros de rimas e educacionais.

ML: E o que você lê quando está sozinho?

Fabio: Gosto de biografias e livros relacionados a gestão, liderança e empreendedorismo. ‎Agora estou lendo Qual a sua Obra de Mário Sérgio Cortella.

ML: Quais são as 5 melhores músicas para se ouvir com sua filha?

Fabio: Romaria (Elis Regina), Esse cara sou eu (Roberto Carlos), Super fantástico (Balão magico), Frozen e ‎I love you baby(gloria gaynor).

ML: E as 5 melhores para ouvir sozinho?

Fabio: One live (u2), beds are burning(midnight oil), imagine dragons(demons), is there a ghost (band of horses), amor perfeito (Roberto Carlos), Flor de Liz (Emilio Santiago), ‎e começo a curtir música clássica (Beethoven,Bah).

ML: Passatempo preferido para fazer com sua filha?‎

Fabio: Quando estamos sos, brincar no clube e depois comer uma feijoada juntos. Já com a minha esposa, gostamos de passear por São Paulo e ficar com os avós e amigos nos divertindo.

ML: Melhor passatempo quando você está sozinho?‎

Fabio: Ir à uma livraria, ou assistir filmes de esportes.

ML: Em que sentido sua filha te faze uma pessoa melhor?

Fabio: Ela me despertou a pureza da vida, os sentidos básicos, o instinto.

ML: O que você descobriu no universo paterno que te surpreendeu (no bom sentido)?

Fabio: O quanto somos capazes de nos doar nas mais diversas situações

ML: E o que você não suporta a respeito do mundo paterno? ‎

Fabio: Não há nada que me recorde

ML: Uma característica da sua filha da qual você se orgulha?

Fabio: Companheirismo e diligência no que busca

ML: E uma da qual você se orgulha em si mesmo, como pai?

Fabio: Paciência

ML: Vida de pai, antes e depois: é muito diferente? Sim Por quê?‎

Fabio: Os sábados não são mais os mesmos, os domingos também não são mais os mesmos. São muito melhores, eh o momento de ficar o tempo todo com ela e minha esposa, viver as experiências e dar risada juntos.

ML: Que tipo de indivíduo você espera deixar para o mundo?

Fabio: Conhecedor de si, confiante, e que saiba valorizar sem distinção o que há de melhor nas pessoas. E que seja uma pessoa do mundo, feliz e preparada para voar alto na área em que se encontrar. O importante eh saber valorizar as experiências, as pessoas, as conquistas, e não os objetos e a matéria alcançada. Viver a cultura da experiência e não do consumo.

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Pare um pouquinho…

Helloucassssss,

Não me lembro de uma época tão atolada no trabalho… Também nunca tive tão pouco tempo para conseguir resolver tudo do dia-a-dia profissional, já que esse ano as crianças estão apenas a tarde na escola…

Mas o fato é que com isso a gente não come direito, dorme direito, descansa direito, cuida da saúde direito, enfim, faz NADA direito né???? E nessa correria, acaba perdendo muitos detalhes e coisas que não se repetem, por despender tempo com o que não vale a pena…

E hj parei tudo por 5 minutos para ler um texto que eu recebi ontem por e-mail do maridão… no meio da correria…. e decidi postar não só para registrar aqui nesse Blog de relatos (e desabafos) maternos mas principalmente para compartilhar com vocês… Se tocar e mudar um pouquinho sequer a sua rotina, já valeu!! 😉

Um enorme beijoooooo

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Identificando os 10 ladrões de sua energia​

1. Afaste-se daquelas pessoas que só chegam para compartilhar queixas, problemas, histórias desastrosas, medo e julgamento dos outros. Se alguém procura uma lata para jogar o lixo que tem dentro, que não seja na sua mente.

2. Pague as suas contas a tempo. Ao mesmo tempo, cobre aqueles que te devem ou escolha deixar para lá, se você já percebeu que é impossível receber.
3. Cumpra as suas promessas. Se você não cumpriu alguma, pergunte-se o porquê desta resistência. Sempre você tem o direito de mudar de opinião, de se desculpar, de compensar, de renegociar e de oferecer outra alternativa diante de uma promessa não cumprida, mesmo que já um costume. A forma mais fácil de evitar o não cumprimento de algo que você não quer fazer é dizer “NÃO” desde o começo.

4. Elimine, dentro do possível, e delegue aquelas tarefas que você prefere não fazer, dedicando o seu tempo àquilo que, sim, você desfruta fazer.

5. Dê permissão a você mesmo para um descanso, quando você estiver em um momento que o necessite e dê permissão a você mesmo para agir quando estiver em um momento de oportunidade.

6. Jogue fora, recolha e organize… nada te tira mais energia que um espaço desordenado e cheio de coisas do passado que você já não necessita.

7. Dê prioridade à sua saúde, sem a máquina do corpo trabalhando ao máximo, você não pode fazer muito. Tome tempo para perceber o que seu corpo está te dizendo.

8. Enfrente as situações tóxicas que você está tolerando, desde resgatar um amigo ou um familiar, até tolerar ações negativas de um companheiro ou um grupo. Tome a ação necessária.

9. Aceite. Não é resignação, mas nada te faz perder mais energia que o resistir e brigar contra uma situação que você não pode mudar.

10. Perdoe… deixe ir uma situação que está te causando dor… você sempre pode escolher deixar ir a dor da recordação. 

Ensinamentos de Dalai Lama

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E mais um dia das mães….

Helloucas!!!!

Essa semana foi repleta de homenagens, né?

Fotos, vídeos, textos… Uns mais previsíveis (com o tempo até mãe consegue perceber isso, hahaha) outros bem emocionantes….. E por todos os meios de comunicação: tv, radio, redes sociais, e-mail, zazaps….

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Acho que toda menina já nasce meio “mãe” né??? Acho muito louco isso…

E eu queria compartilhar uma dessas mensagens com vocês… Recebi por zazap da minha vizinha Jane (obrigadaaaa!). Esse texto foi escrito♥♥ pela da Ruth Manus, blogueira colunista do Estadão que eu acompanho e confesso que adoro como escreve!!!

O que eu gostei nesse texto é que ele prevê algo que a gente nunca imagina que vá acontecer um dia: o crescimento dos filhos… Eu fiquei numa crise doida, pensando no futuro, relembrando o passado como filha, depois como mãe, enfim, pirei na batatinha e continuei um exercício que eu adotei há um tempo: me policiar para que o tempo com os filhos seja realmente dedicado a eles, sem as ações demoníacas intervenções e apitos constantes das rede sociais e zazap.

A vida passa rápido demais pra gente perder tempo com bobagens e brigas bestas…. Se eles querem atenção, paro o que eu faço, se querem colo eu dou sim e se correm para a minha cama, finjo que não estou vendo e “pesco” eles para junto de mim!!! Afinal como uma amiga me disse: “quando casarem não vão mais querer dormir com você…” E me veio logo a lembrança de que, num determinado momento, eu não queria mais dormir com a minha mãe quando meu pai viajava, porque eu achava apertado e não queria dividir aquele espaço… Mal sabia o que estava por vir!!!

ML Dia das maes

E assim… queria compartilhar com vocês o texto “oscar revelação” de 2015. Espero que gostem!! E se gostarem, contem para a gente e também para a Autora! Tenho certeza que ela vai adorar saber!!! 😉

FELIZ DIA DAS MÃES!!!!! para minha querida mãe, minha sogra, avós, cunhada linda e todas as minhas amigas que se envolvem tão plenamente nessa loucura…

Bjos e até a próxima!!!

ML eu e mae

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“Mãe, senta aqui, me ouve um pouco.

Tá na hora de você dar uma sossegada.

Mãe, pára um pouco. Dois minutinhos só. Sei que a ideia de parar não existe para você, mas eu tô pedindo. Baixa a frequência, senta no sofá, alguém cuida de todo o resto, vai por mim.

Eu sei que não importa quantos anos passem, você tem a eterna sensação de que é responsável por tudo. Pela sua vida, pela minha, pela dos que nos cercam, pelo seu trabalho, pelo meu trabalho, por tudo- inclusive o que está absolutamente fora do seu alcance.

Sei que não adianta eu te dizer que sou adulto, sei que você nunca vai aceitar a ideia de que já não está mais no comando.

Pois é, mãe. Mas o fato é que me flagrei adulto. Não só por causa do trabalho, das responsabilidades e cobranças. Me percebi adulto num certo dia perdido no passado. Dia em que engoli o choro para que você não visse. O dia em que disse em que estava tudo bem quando o peito estava cheio de fantasmas. O dia em que esperei você virar as costas para poder desmoronar.

Por quê? Porque eu sabia que, de um jeito ou de outro, as coisas se ajeitariam. E não ia ser através das suas mãos. Então, por que te preocupar? Por que te angustiar mais do que você já se angustia por conta própria?

Mãe, eu parei de depender da sua barriga, parei de depender do seu peito, parei de depender das mamadeiras quentinhas, parei de depender da ajuda no banho, parei de depender da sua carona.

Mas você nunca parou de se preocupar. Talvez se preocupe ainda mais agora, porque sabe que o voo é cada vez mais alto.

Você se lembra das centenas de vezes em que eu gritei “EU QUERO A MINHA MÃE!” quando era criança? Na verdade eu não queria. Eu precisava. Precisava do seu colo, do seu beijo na testa, do seu cafuné, do seu cheiro. Precisava, porque sem você não havia chão.

Hoje eu não preciso, mãe. Você já me ensinou a amarrar os sapatos, andar olhando pra frente, levantar das quedas, limpar as lágrimas, rir de mim mesmo e seguir em frente. Mais do que me ensinar, você foi o exemplo vivo disso.

Sério mãe, o mundo gira sem que você o empurre. E eu me viro sem que você perca o sono. Porque chegamos num ponto da vida em que eu perco o sono ao te ver sem dormir. Essa dinâmica já não faz mais sentido.

O famoso “eu quero a minha mãe!” é agora. Agora eu quero você. Mas quero você tranquila, ouvindo minhas histórias, mexendo no meu cabelo, rindo comigo, opinando, discordando. Não de peito apertado. Não suspirando pelos cantos achando que eu não vou encontrar o caminho certo. Eu vou. Você me deu o melhor mapa.

Aceite meu presente desse ano: uma relação de amor e de parceria, não mais de dependência, nem prática, nem emocional. Tanto minha quanto sua.

Meu presente, na verdade, é quase um pedido. Essa noite, mãe, deite a cabeça no travesseiro sabendo que está tudo bem. Que mesmo quando minha vida estiver dura, você não precisa ficar com os olhos arregalados, olhando para o teto buscando saída. Isso é comigo.

Você construiu uma pessoa com o que havia de melhor em você. Deu o que tinha e o que não tinha para me fazer feliz e sólido. E eu estou aqui, consciente da minha sorte e da minha força.

Olhe por mim, peça por mim, orgulhe-se de mim. Deixe-me ser de novo a luz dos seus olhos, como fui quando era um bebê sorridente. Não me iludo, achando que você vai parar de se preocupar. Sei que é impossível. Mas deixe-me hoje ser eu quem te abraça e te diz baixinho: está tudo certo.”

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A paixão por jóias e a Coleção Cinderela – Life Vivara

Helloucas!!!

Tudo bem?

Energia renovada pós feriadão???

Como o marido precisava trabalhar fora de SP fomos de mala e cuia acompanhá-lo!! Uma delicia curtir as kids na natureza e ficar perto do maridão!!

Mas o que eu queria compartilhar: há 2 semanas descobri mega sem querer uma coleção de berloques lindíssimos, inspirados no filme da Cinderela, no site da Vivara: Coleção Cinderela Life!! Ok estou atrasada, mas o fato é que quase pirei……

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Eu adoro joias!! E para quem (preconceituosamente) pensa ser algo totalmente fútil, pra mim tem uma grande razão: quando conheci meu marido eu estava numa fase super legal no trabalho e uma parte do dinheiro eu guardava, a outra acabava gastando em roupas, sapatos, bolsas, ou seja, coisas super normais para qualquer mulher solteira… Mas com o tempo, as roupas caras saiam de moda, assim como os sapatos e percebi que não dava conta de usar tantas bolsas… Eu achava um “saco” ter que transferir tudo de uma bolsa para outra… E olha que eu nem tinha filhos ainda!!!

Já meu marido, sempre gostou de instrumentos musicais, em especial guitarras. Quando perguntei o motivo de comprar tantas, ele explicou que os bons instrumentos não perdiam valor e sempre poderiam ser negociados ou trocados… Com o tempo acompanhei várias aquisições, trocas, vendas e percebi que ele estava coberto de razão…

Daí, eu que sempre gostei de acessórios, ao invés de gastar rios de dinheiro em bijus, comecei a “investir” em peças legais, aproveitando que as principais joalherias ofereciam condições interessantes de pagamento, seja para parcelamento ou pagamento à vista. E numa situação emergencial eu poderia me desfazer delas. E assim fui me apaixonando por cada peça, cada detalhe… Mas isso era numa época de “vacas gordas”….. rsrsrs

Depois vieram os filhos,  diminuição na carga de trabalho e consequentemente, do din din… O bom nisso tudo é que você passa a ser mais cautelosa com as aquisições, percebe que não precisa de tantos sapatos assim, que uma só bolsa (grande) vai bem em todas as estações do ano (e com qualquer look) e que praticamente só usa as 5 primeiras blusas da pilha de roupa limpa!!! rsrsrs

E não é porque eu diminui significativamente qualquer gasto em joias que não possa acompanhar as novidades, ganhar presentes e (porque não) presentear! Sempre que dá, compro uma pecinha aqui, outra ali, principalmente para minha filha… Aliás, é uma ótima desculpa para formar a coleção de “jóias da coroa” que no futuro poderá ser usada pela filha, neta…..

Mas voltando ao post, foi num desses passeios pelo site da Vivara que eu descobri essa coleção encantadora…

Essa coleção Life da Vivara é um sucesso justamente por isso! Você consegue presentear gastando a partir de R$ 70,00 e a coleção Cinderela tem os berloques de prata variando entre R$ 100,00 e R$ 170,00. São 16 opções lindas e vi que várias delas já se encontram indisponíveis no site… Vale ligar antes em uma loja ou se cadastrar no site para ser avisado quanto à disponibilidade da peça escolhida.

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Minhas peças escolhidas foram o sapatinho pra Luna e a chave pra mim. Nosso presente de Natal!!! (ô miserê…. rsrsrsrs)

Mas enfim, pra você que gosta de jóias e acha que é algo totalmente fora de alcance, dá uma acompanhada no site das grandes joalherias… Você pode se surpreender com o valor de algumas peças, sem falar que, vira e mexe rola uma promoção….

Minha dica de presente especial e até para o dia das mães!! 😉

Bjos e até a próxima!!!

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Dica de aplicativo que vale experimentar: Dubsmash!

Helloucas!!!!

Tudo bemmmm?

E ai? Já se renderam ao Dubsmash? Nunca ouviu falar? Acredite, será questão de tempo….

Esse aplicativo, sucesso fora do Brasil, já esta invadindo nossas redes sociais… Basicamente o objetivo é criar um vídeo curto dublando uma citação, trecho de filme ou música e o resultado é hilário!!!

O aplicativo pode ser baixado gratuitamente na Apple App Store ou Google Play. Selecionando “português” você poderá achar também muita coisa legal no nosso idioma… É muito fácil de usar e super organizado!

É diversão garantida para toda a familia!!! Impossivel resistir…..

Tenta ai, vai??? E mostra para a gente depois…. 😉

Bjos e até a próxima!!!

Dá só uma olhada que figuras Lulu, Eric e os primos Bruna, Rony e Nina:

Lulu Agnes e Papai Gru:

Eric se achando Jack Sparrow:

Bruna e o forninho que caiu:

Quando Rony e Nina eram filhores, hahahah:

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Papo de Pai Louco – conheça o Luís Henrique Vieira

Helloucas!!

Tudo bem?

O convidado de hoje no Papo de Pai Louco é o Luis, fisioterapeuta super bem conceituado, especialista em reabilitação ortopédica e esportiva, já cuidou da ML Fê, do marido, mais um monte de gente família e amigos!

É o pai do lindíssimo Felipe (5 anos) e hoje conta para a gente um pouco mais sobre sua forma de encarar a paternidade.

Seja bem vindo Luis!

Bjos e até a próxima!

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ML: Conte um pouquinho da sua história como pai:

Luis: Não estava no planejamento ser pai, mas aconteceu sem querer, foi um choque, 3 meses para cair a ficha e quando nasceu meu filho, no mesmo momento nasceu o pai.

ML: O que você lê com seu filho? (Quando você escolhe, não eles)

Luis: Livro sobre folclore brasileiro, Saci, Curupira, Mula sem cabeça, Boto cor de rosa…

ML: E o que você lê quando está sozinho?

Luis: Biografias

ML: Quais são as 5 melhores músicas para se ouvir com seu filho?

Luis: Can´t Stop, Give It Away, Around the World, By the Way e Monarchy of Roses, todas do Red Hot Chili Peppers (a banda predileta dele)

ML: E as 5 melhores para ouvir sozinho?

Luis: Difícil tenho mais ou menos 582 bandas de cabeceira. Van Halen, Mr. Big, Kiss, AC/DC, Queen, Led Zeppelin, Pink Floyd, Dream Theater, etc…

ML: Passatempo preferido para fazer com seu filho?

Luis: Ficar com ele é meu melhor passa tempo (não tenho muito tempo, infelizmente) sempre estimulo a fazer esporte comigo futebol, basquete, pular corda e natação.

ML: Melhor passatempo quando você está sozinho?

Luis: Treinar CrossFit

ML: Em que sentido seu filho te faze uma pessoa melhor? Ou não faz?

Luis: Acho que sim, estou menos egoísta e a responsabilidade realmente aumenta e é uma forma nova de amar uma pessoa que não é igual a nada que já tenha vivido.

ML: O que você descobriu no universo paterno que te surpreendeu (no bom sentido)?

Luis: Primeiro: educar é a maior desafio na vida de pai, na minha opinião muita responsabilidade. Segundo ter mais paciência para ser o melhor exemplo possível.

ML: E o que você não suporta a respeito do mundo paterno?

Luis: Esse negócio que tudo nas costas da mãe não aceito. Quero assumir o máximo de responsabilidade e participar da criação dele. A geração mais antiga jogava tudo nas costas da mãe e o pai era algo mais inacessível. Hoje a nova geração de pais que conheço são mais carinhosos e participam mais do dia a dia do filho.

ML: Uma característica do seu filho da qual você se orgulha?

Luis: Apesar dele ser um “Shrek” (forte e desastrado) ele é muito carinhoso.

ML: E uma da qual você se orgulha em si mesmo, como pai?

Luis: Não faço a menor ideia apenas tento fazer o melhor como pai.

ML: Vida de pai, antes e depois: é muito diferente? Por quê?

Luis: Sim é muito diferente. O tempo que você faria algo para se divertir, cinema, teatro, viagens, bares, esquece. Como não tenho ajuda de parentes, somente eu e minha esposa, tudo roda em torno do nosso filho, cinema infantil, teatro infantil, viagens mais para ele brincar do que passeios culturais por exemplo. Outro ponto são os horários criança tem hora para comer, dormir, brincar e estudar e isso antes do filho não existia essa rotina de horários eu sou profissional autônomo da área da saúde.

ML: Que tipo de indivíduo você espera deixar para o mundo?

Luis: Não espero nada em troca dele, verdade. Todos os pais e mães que conheço vem com um discurso politicamente correto, claro que não quero deixar um vagabundo ou ladrão, mas não quero deixar um neurótico com cobranças fora do normal. Acho que fazer ele gostar de um esporte, um instrumento musical, adicionar uma outra língua e uma boa educação de casa, espero que ele mesmo consiga realizar o que ele tiver vontade e tome as melhores decisões para vida dele.

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