desabafo

Ajude o Pedrinho a Continuar Sorrindo

Olá, pessoal!

Hoje vou escrever por uma causa muito nobre. Muitas de vocês já devem ter ouvido falar do Pedrinho, o menininho lindo que está fazendo 1 ano hoje e tem a síndrome do intestino curto.

Nós, as ML, já doamos e vamos continuar doando até que o pequeno consiga ir para Miami fazer o transplante.

Para quem não conhece o Pedrinho, segue abaixo sua linda história. Vocês podem entrar no site dele, e no facebook também.

Esperamos que muitas de vocês possam fazer como fizemos, ajudando o Pedrinho a crescer forte e saudável. Nós, mamães, devemos todas nos ajudar, sempre! Sabemos o quanto nossos filhos são nossas preciosidades, são simplesmente a nossa razão de viver!

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No dia 31/08 vai rolar a festa de 1 ano do Pedrinho. A festa foi organizada por outras mamães que também estão colaborando e ajudando o pequeno! E todo valor arrecadado será 100% doado para a campanha. Vamos? Terão muitas atrações legais e a mamãe e o papai do Pedrinho também estarão por lá. Ele infelizmente não pode sair do quarto do hospital (e está assim desde que nasceu), mas ele estará participando ao vivo e poderemos ver seu lindo sorriso no telão! Todas as informações da festa estão aqui. Vamos participar!

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A História

Você já fez besteira? Ralou o joelho? Riu até fazer xixi? Já ouviu “eu te amo”? Disse “eu te amo”? Conheceu o mundo? E o amor da sua vida?

A cada dia você escreve um pouco mais a sua história. O que queremos, é que você dê uma forcinha para o Pedrinho ter a chance de viver a dele também.

Pedrinho, é o dono de um belo sorriso que nasceu com uma síndrome rara chamada SIC – Síndrome do Intestino Curto. Isso foi reflexo de uma má formação, que fez com que seu intestino necrosasse.

Pedrinho já enfrentou duas cirurgias. Na segunda, nosso pequeno herói conseguiu alongar seu intestino de 12 para aproximadamente 25cm. Infelizmente isso não foi suficiente.

Hoje nosso camarada se alimenta de uma nutrição parenteral, que é recebida através de um cateter que leva esta nutrição até seu coração e o leitinho, por uma sonda nasal que vai até seu estômago. Em breve, será colocada a gastrostomia e a retirada da sonda nasal. Por receber esta alimentação parenteral por muito tempo, pode sobrecarregar outros órgãos e acabar não permitindo que ele viva uma longa história.

A única saída, é um transplante de intestino delgado. Mas aí é que vem a grande questão: o procedimento só acontece nos EUA e só a cirurgia chega a custar entre 800 mil e 1 milhão de dólares.

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O Pedrinho

Pedrinho nasceu dia 22 de agosto de 2013, na maternidade Pro Matre em São Paulo, com 36 semanas e 1 dia, considerado prematuro tardio. Sexta-feira passada ele completou 1 aninho.

Sua alimentação, desde o quarto dia de vida, acontece através de um cateter que vai até o coração. Isso fez com que Pedrinho passasse por diversos procedimentos, controles diários. Já chegou a receber mais de 16 picadas em um único dia para conseguir o acesso para receber a nutrição parenteral. Mesmo assim, nunca deixou de sorrir.

Pedrinho adora atenção. Fica atento a tudo que acontece a sua volta, como se quisesse participar da conversa. Mas quando o sono bate, ele só quer saber do seu paninho. São inseparáveis.

Adora brinquedos que fazem barulho, mas eles disputam a atenção com a sua girafinha de pelúcia Gigi e o macaquinho Quinho. No banho relaxa em meio a gargalhadas. Adora bater os pés na água. Aliás, que habilidade que tem com esses pés. Apostamos que sua história vai passar pelos gramados. Se cuida, Neymar.

Pedrinho irradia alegria. E com a sua ajuda, pode ter uma grande história pela frente. Ou melhor, um best-seller recheado de sorrisos.

Conta Para doações:

Banco do Brasil
AG: 1191-6
CC: 38339-2
Em nome de Pedro Libração da Lavra Baragão
CPF: 484.830.248-02

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o último

este relato emocionante foi escrito pela Lindsay Ferrier, no Suburban Turmoil. como está em inglês e é imperdível, resolvi traduzir aqui pra vocês. quem se identifica? o/

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O último

The Last One

No dia em que seu último filho nasce, você vai se encontrar cheia de uma confusão de emoções.

Você vai sentir alívio por ter finalmente parido, orgulho e alegria pelo bebê saudável em seus braços – e tristeza pela compreensão de que você nunca mais vai experimentar o milagre primordial de um bebê crescendo dentro do seu corpo.

Daquele dia em diante, essa mistura estranha de sentimentos vai permanecer dentro de você – porque cada um dos ‘primeiros’ do seu caçula vai ser também o seu ‘último’.

Quando ele estiver grande demais para o pijama, você não vai mais guardá-lo para o próximo bebê. Quando ele abandonar os brinquedos, você vai doar a maioria. Você vai ficar feliz por ter algum espaço extra no armário, mas também vai ter aquele momento no supermercado quando você percebe que não tem motivo para ficar parada em frente aos mordedores no corredor 14 – seu último não os quer mais. Nem você.

 

BruiserUm dia, você vai se livrar de todas aquelas mamadeiras no armário, e aquilo vai parecer estranho já que mamadeiras preencheram a prateleira de baixo desde sempre. Você fará o mesmo um ano depois com as colheres de ponta de borracha para bebê, e depois com os copos de transição, e os pratos e cumbucas com desenho de coelhinho. Todas essas pequenas coisas que você passou a encarar como certas vão, de repente, surpreendentemente, não ser mais necessárias. E removê-las vai fazer seu coração doer um pouquinho.

Você não vai perceber que trocou sua última fralda até o dia em que arrumar a última gaveta de pijamas, encontrar um pacote de fraldas noturnas e perceber que ele não precisou mais delas nos últimos seis meses. Você vai comemorar o fim de uma era bastante fedida com uma taça de vinho depois que as crianças forem dormir. Trocar fraldas era um saco.

Você vai adiar arrumar o armário de casacos porque tem um pequeno aspirador de pó de brinquedo em algum lugar lá dentro que seus filhos usavam cada vez que você aspirava a casa. O caçula vai ter cansado desse brinquedo há anos, mas, de algum modo, aquele brinquedo se tornou simbólico dos anos da primeira infância, e você não vai conseguir suportar pensar em se desfazer dele. Então, o armário de casacos vai ficar cada vez mais bagunçado e mais desorganizado e quando seu marido falar alguma coisa, você simplesmente vai dar de ombros.

Você não vai levar o último para tantas aulas Mamãe & Bebê porque já sabe que ele não vai se lembrar delas de todo modo. Você não vai tentar ensiná-lo a ler aos 3 anos, porque já vai ter aprendido do jeito mais difícil que se você esperar só mais um ano, ele vai aprender muito mais rapidamente. Você não vai fazer muitas das coisas com o caçula que fez com o primeiro, porque você já passou por tudo isso e, francamente, a maioria era completamente desnecessária. Não vai ter importância – ele vai ter o desejo inato de todos os caçulas de estar à par dos irmãos mais velhos, e você vai se surpreender com o que ele consegue aprender por conta própria.

Bruiser
O que o caçula vai ganhar de você é muitos abraços e carinhos e beijos – o máximo que você conseguir dar antes que ele escorregue para fora dos seus braços. Em algum ponto, o caçula vai ser a única criança na casa que ainda gosta de sentar no seu colo, de fugir para a sua cama no meio da noite, de brincar de guerra de abraço e ter momentos de aconchego – e você vai saber por experiência própria que logo tudo isso vai acabar.

“Não cresça”, você vai sussurrar no seu ouvido. “Tenha seis anos para sempre”. “Eu tenho que crescer, mamãe”, ele vai rir. “Não consigo parar esse crescimento!” Sabendo disso, você vai apertar sua bochecha contra a dele e respirar o fraco aroma de bebê que sobrou em seus cabelos enrolados. Você vai cantar para ele na hora de dormir e dizer que o ama muito, muito, muito, e enquanto faz todas essas coisas, você vai ouvir uma voz melancólica na sua cabeça te lembrando que ele é o último, o último mesmo, e que não terão outros.

Bruiser Running
Quando você se lembrar do caçula, ele sempre estará correndo à sua frente e você vai estar tentando ao máximo acompanhar, seu coração explodindo com um misto de alegria e desespero. A cada dia que passa, o laço da infância vai parecer estar se desfazendo muito rápido diante dos seus olhos, e você vai se sentir impotente para pará-lo, e quando seu caçula abandonar livros de figuras para livros com capítulos e deixar a casa para sua primeira noite fora e pedir que você tire as rodinhas da bicicleta, você vai se dar conta brutalmente, repetidamente, do fato de que a melhor época da sua vida está escapando de você,

pouco

a pouco

a pouco.

Bruiser

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with a little help from my friends

você começa pequeno como todo mundo. vive cercado de amigos e pessoas que cuidam de você. a vida é uma grande festa e quase não há momentos sozinho (pra quê?). sua mãe cuida da sua comida, seu pai paga suas contas (que você nem sabe que existem), seus amigos te ajudam carregar o peso da existência que você nem se dá conta que tem.

aí você cresce, fica independente, aprende a fazer um monte de coisas sozinho. e descobre que ‘sozinho’ até que é legal. de vez em quando, em doses moderadas. cava um cantinho só seu na casa dos seus pais, aprende que fones de ouvido são capazes de bloquear o mundo lá fora e corre pros seus amigos quando a existência começa a ficar pesada demais pra carregar sozinho.

você cresce mais um pouco e se torna adulto (mas o que é um adulto?). independência é sua palavra de ordem. seu maior orgulho é cuidar da própria vida, pagar as próprias contas, ir ao cinema sozinho quando tem vontade. você ainda tem amigos, mas sua vida é tão deslumbrante, sua profissão é tão importante, sua personalidade tão única que ser uma ilha não parece nada mal. peso? carrego minha existência como um prêmio.

você se casa e descobre a alegria de ser dois em um. já aprendeu a fazer tudo sozinho, agora aprende a fazer tudo a dois. dois pra lá, dois pra cá. dois na mesma casa, dois na mesma cama, dois na mesma vida. ao contrário do que ditaria a lógica, quando o bailado se torna cansativo, você não corre de volta pra sua independência; você traz mais gente pra roda. nasce o primeiro filho. e a alegria de se dedicar inteiramente a uma pessoa que te ama incondicionalmente é tamanha que você aumenta o grupo. nasce o segundo filho. e o terceiro.

cada dia uma descoberta, uma viagem, um ponto a mais na escala de amor. a brincadeira é tão envolvente que você nem se lembra mais o que é ser um. e nem quer lembrar. aliás, você nunca mais vai ser um. e tudo bem. tem tanta coisa pra desvendar nesse universo materno; tem tipos de fraldas, marcas de roupas, nome de pediatra, linhas de escola, aulas extras, festas infantis, brinquedos, reuniões pedagógicas, mensalidade, tênis que não serve mais, viagem com a escola, livros, cursos, presentes… eu também gostava de ler. e de desenhar. era legal ter tempo pra fazer aula de alemão só por vontade de descobrir um novo idioma. e viajar, sozinho, de mochila nas costas. e praticar esportes, bater papo, dar gargalhadas, falar palavrão, beber até ficar tonta, dançar, paquerar.

dizem que coração de mãe tem espaço pra tudo. só não cabe tempo. então, em meio ao turbilhão dos primeiros anos da infância dos seus filhos, você cava breves momentos de independência e relembra como é gostoso ser você. dança no chuveiro, canta no carro depois de deixar as crianças na escola, bate papo pelo whatsapp durante o expediente, assiste filme de terror no computador quando todos foram dormir e acorda antes das 5h para caminhar no parque só pro corpo não esquecer que, lá dentro, você não deveria envelhecer nunca.

este post é dedicado às minhas queridas amigas que, mães como eu, todo dia me ajudam a carregar aquele fardo da existência, que, cada dia mais pesado, fica também cada dia mais doce. amo vocês! 🙂

3 de 5

3 de 5 loucas que caminham juntas no parque todos os dias antes do sol nascer

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Dica de vídeo incrível e imperdível: IheartZion – 10 dias de vida, 1 vida de recordações

Helloucas, tudo bem????

Sumi, né???

Correria maluca, início das aulas, aniversário da Lulu e muita terapia “cazamigas” hahaha!!!

E lá estava eu dando aquela “fuçadinha” básica nas novidades e me deparo com esse vídeo do YouTube… Da série “pra me acabar de chorar e pensar na vida”, sabe??

Pois então… Na 20a. semana de gravidez de Zion, os pais receberam a notícia de que ele teria uma doença genética que resulta em uma série de anomalias internas, conhecida como Síndrome de Edwards, com uma taxa muito baixa de sobrevivência.

Juro, não sei como eu iria receber essa notícia e piro só de pensar nisso…. No entanto, os pais resolveram deixar o futuro de Zion nas mãos de Deus, não importa quão curta poderia ser a passagem dele aqui… E assim, em 11 de janeiro de 2014, com pouco mais de 2 kg e 43 cm, nasceu Zion, recebido com grande alegria pelos pais e seus 4 irmãos. 

A luta de Zion foi vivida intensamente pela familia, mas em seu nono dia, Zion começou a lutar para respirar. No dia seguinte, 21 de janeiro, ele faleceu. Esses momentos foram registrados pela família e você pode acompanhar um pouquinho dessa história no vídeo incrível que já está circulando pela internet, que começa com os pais – Josh e Robbyn – compartilhando mensagens para seu filho.

Emocionante…

Óbvio que eu já tive crise de consciência, me culpei por todos os minutos de atenção que eu deixei de dar para as kids ou porque eu estava fazendo algo que EU julgava “super” importante (tipo Face, Whatsapp…..), ou na correria do dia-a-dia, ou simplesmente estava cansada.

Enfim…. muita gente pode achar bobagem, mas que cada vídeo ou texto dessas experiências me deem um puxão de orelha e lembrem de valorizar cada dia mais os momentos preciosos com meus filhos, enquanto eles, em sua inocência infantil, ainda achem a coisa mais importante do mundo a minha atenção, opinião ou simplesmente um sorriso… Afinal, eles estão crescendo rápido… rápido demais…

Beijos!!!

zion

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Palavras de um pai para sua filha (do corredor de maquiagem)

li no Huffington Post de hoje e achei extremamente importante traduzir aqui no blog!
é uma carta do Dr. Kelly Flanagan, psicólogo, para sua filha. o original em inglês está aqui no blog dele.

Querida Pequenininha,

Enquanto escrevo isto, estou sentado no corredor de maquiagem da loja Target da região. Um amigo recentemente me mandou uma mensagem de texto de um outro corredor de maquiagem e me disse que parecia um dos lugares mais opressores do mundo. Eu quis descobrir o que ele quis dizer. E agora que estou sentado aqui, começo a concordar com ele. Palavras têm poder, e as palavras expostas neste corredor têm um poder profundo. Palavras e frases tais como:

Acessivelmente linda

Infalível

Acabamento impecável

Força brilhante

Poder líquido

Fique nua

Antiidade

Rejuvenecedor instantâneo

Escolha seu sonho

Quase nua

Beleza natural

Quando se tem uma filha, você começa a perceber que ela é tão forte quanto qualquer outro na casa — uma força a ser reconhecida, uma alma em chamas com a mesma vida e dádivas e paixões que qualquer homem. Mas sentado aqui neste corredor, você também começa a perceber que a maioria das pessoas não a verá desse modo. Eles a verão como um rostinho bonito e um corpo para ser aproveitado. E eles dirão a ela que ela deve ter determinada aparência para que tenha qualquer valor ou influência.

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Mas palavras têm poder e talvez, talvez, as palavras de um pai podem começar a competir com as palavras do mundo. Talvez as palavras de um pai possam conduzir sua filha através desse desafio de vergonha institucionalizada até um senso profundo e inabalável de seu próprio valor e beleza.

As palavras de um pai não são palavras diferentes, mas são palavras com um significado radicalmente diferente:

Força brilhante. Que sua força não esteja nas suas unhas, mas no seu coração. Que você saiba discernir dentro de si quem você é, e aí que você possa viver isso temerosamente mas com tenacidade no mundo.

Escolha seu sonho. Mas não a partir de uma prateleira numa loja de departamento. Encontre o lugar calmo e silencioso dentro de você. Um sonho verdadeiro foi plantado lá. Descubra o que você quer fazer no mundo. E quando você tiver escolhido, que você consiga perseguí-lo com fé, com integridade e com esperança.

Nua. O mundo quer que você tire suas roupas. Por favor, fique com elas. Mas tire suas luvas. Não dê socos. Diga o que estiver em seu coração. Seja vulnerável. Abrace o risco. Ame um mundo que mal sabe o que significa amar a si mesmo. E o faça nua. Abertamente. Com abandono.

Infalível. Que você esteja constantemente, infalivelmente consciente de que infalibilidade não existe. É uma ilusão criada por pessoas interessadas na sua carteira. Se você escolher buscar a perfeição, que ela seja uma graça infalível – por você mesma e por todos à sua volta.

Antiidade. Sua pele vai criar rugas e sua juventude vai desaparecer, mas sua alma é eterna. Ela sempre saberá brincar e aproveitar e se deleitar nesta vida única. Que você sempre resista desafiadoramente o envelhecimento do seu espírito.

Acabamento impecável. Seu acabamento não tem nada a ver com sua aparência e tudo a ver com como sua vida vai parecer no seu último dia. Que seus anos sejam de preparação para este dia. Que você seja envelhecida pela graça, que você cresça em sabedoria e que seu amor se torne tão grande que abarque todas as pessoas. Que seu acabamento impecável seja um abraço pacífico no fim e no desconhecido que vem a seguir, e que isso seja um presente a todos que te querem bem.

Pequenininha, você ama tudo que é rosa e com fru-frus e eu com certeza vou entender se algum dia maquiagem for importante para você. Mas eu rezo para que duas palavras permaneçam sendo as mais importantes para você — as duas últimas palavras que você diz toda noite, quando eu te pergunto: “Onde você é mais bonita?” Duas palavras tão brilhantes que nenhum corretivo pode cobrir.

Onde você é mais bonita?

Por dentro.

Do meu coração para o seu,

Papai.

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Tal como a última carta que escrevi para minha filha, eu escrevi esta primeiro para ela e o dia que eu eventualmente a ler para ela. Mas eu também a escrevi para todas as mulheres que precisam ouvir palavras de um pai. Mulheres, ninguém pode definir sua beleza por você. Mas eles vão tentar.

Minha filha tem 4 anos agora. Se sua descoberta do corredor da maquiagem acontecer na idade típica, eu acho que temos uns cinco anos para alterar radicalmente o arco da história e da subjugação-por-imagem do gênero feminino. Temos um monte de trabalho a fazer. E começa no coração de cada mulher.

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E Feliz Ano Novo! O grito de liberdade materno

Hello, Loucas!!!!

Feliz Ano Noooooooovo!!!!

Fiz este post diretamente de um pedacinho do paraíso, no meio de deliciosas micro-férias!!! Mas aí, num computador alheio, internet não colaborando, enfim, a publicação acabou ficando para a volta… Daí você chega, as crianças em casa, o escritório bombando…

E o que inevitavelmente fazemos ao fim de cada ano? Balanço geral, reflexão, resoluções para o Ano Novo, né?

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#FicandoVelha

Crianças crescendo a jato… pode??? Parando para ver as fotos, é difícil acreditar que só se passaram 12 meses… E já estou com medo só de imaginar que ao fim de 2014, Eric e a turminha dele (muitos juntos desde o berçário) finalizarão a educação infantil com a formatura…

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#Nascimento

Minha princesa-sobrinha Anninha nasceu! Também a Sophia e a Catharina, Mariana, Valentina, Kiara, Helena… E outro bebezildo vem por aí de uma pessoa bem querida e doida!

Mas dentre as várias coisas que aconteceram em 2013, eu escolheria as palavras relacionamento e amizade como as mais marcantes!

#GrávidasLoucas

A amizade com queridas amigas Loucas se consolidou… Engravidamos (eu apenas no apoio moral, claro!), sofremos juntas os longos meses de gestação, discutimos (mesmo) sobre parto e a vinda do Caê, Tom e Raul nos tornou ainda mais unidas…

#LoucaComoEu

Descobri uma afinidade incrível com uma mãe realmente empenhada em educar os filhos e mostrar valores importantes da vida no meio de tanta criança “mal educada” (no exato sentido dessa expressão). Até porque, ter filhos é fácil, difícil é transformá-los em cidadãos honestos, de caráter…

encontros

#HajaConversa

Os encontros com as mães da classe do Eric aumentaram e tive o prazer de conhecer melhor as da classe da Luna. Tostex, chopes e muitos, mas muitos whatsapps sobre a rotina escolar, festa de fim de ano, problemas com os pequenos… Uma proximidade fantástica!

#SempreCabeMaisUm

E quando você pensa que seu círculo de amizades já é tão grande que não cabe mais ninguém, aparece um grupo de “Top Loucas” com o dom de transformar qualquer dia sem graça em pura alegria!!!!

#Chocopinga

Cumpri o prometido em 2013 e rolaram chocolates quentes e papos sobre a vida e as crianças com a Lilian (do blog A Pequena que pariu)… Percebemos que alguns dos nossos problemas tão “únicos” são mais comuns do que imaginávamos, e assim se iniciou uma liiiiiiinda amizade! 😉

#VencendoOMedoDeMudar

Acreditei e incentivei o trabalho das minhas amigas empreendedoras e também recebi muito apoio e dicas sobre o Blog. 2014 com força total!!!!!

felix

#SaiPraLá,Encosto

E como nem tudo são flores, precisei manter uma distância saudável de algumas pessoas. Muito mimimi, chiliques infundados… no melhor estilo “sacudindo a árvore da amizade para deixar caírem as frutas podres”, rsrs. Vale dizer que essa sacudida valeu também no profissional! Vale experimentar!

#MuitoMais

E muito mais gente participou da minha vida em 2013, ficaria horas escrevendo por aqui, mas você certamente desistiria de ler!!! Rsrsrsrs

E para quem se pergunta “ah tá, a mina fez um monte de amigos ano passado, legal, mas e o que isso tem de extraordinário?” Pois eu repondo.

Eu sempre fui uma pessoa cercada de amigos e senti muita falta disso durante minha gravidez… Fui uma das primeiras das turmas a experimentar o mundo da maternidade; mas os hormônios à flor da pele (quem não?) e o fato de ainda não ser proibido fumar em ambientes fechados me afastou das baladas e, não fossem os “Sweets” amigos do nosso antigo prédio, teria sido uma fase difícil…

Muita gente se afastou, e percebemos que um casal com um bebê cheio de rotinas e detalhes nem sempre é a companhia mais atraente…

Ano passado foi o primeiro um que experimentei novas amizades com mães tão diferentes, tão iguais em tantos aspectos, tão cheias de dúvidas, de insegurança… E essa experiência possibilitou que tantas ideias guardadas, tantos desabafos pudessem ser efetivamente expressados em encontros e no Blog… Foi o primeiro grito de liberdade “Sim, sou mãe mas posso ser mulher!!! Quero ter o direito de me cuidar, de me maquiar, tomar chope, falar palavrão e besteira sem me sentir menos mãe e menos responsável!!!”

E esse ano foi a certeza de que o meu grito também já foi dado por outras mães…

Mas também percebi que muitas ainda não deram seu “grito” e ficam num ensaio receoso, esperando talvez uma oportunidade (oi?), querendo mostrar uma falsa perfeição que nós mães não precisamos ter… E na boa, nem quero!!!

De repente, me vi cercada novamente de muita gente… muita gente legal… Dispostas a ajudar, dar conselhos, trocar experiências, falar besteira (e muita bobagem também, rsrsrs). E eu me descobri muito feliz! E essa felicidade acaba influenciando tudo, especialmente meu marido e meus filhos!!!

E para os que acham que um casal com filhos não pode fazer programas interessantes (até porque uma hora as crianças dormem), saibam que temos uma balada fixa: UFC em casa! Presenças ilustres, comentários exclusivos, pizza e muita Mimosa! E as crianças não atrapalham, nem ficam “jogadas” num quarto! rsrs

banda

Ah! E por falar em mais balada, meu marido voltou a tocar com a banda!!! Momento namoro resgatado em grande estilo, com direito a fotos, tietagem, muitos amigos fiéis e muita curtição!

Simples assim: resolvi que quero viver para ser feliz – comigo e minha família –  e não para agradar as pessoas!!! \o/

Quem vem comigo???

Um enorme beijo e um 2014 de muitas amizades e amor!!!

FamiliaX (9 of 12)

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Até quando durará a magia do Natal?

Hello, Loucas!!!

Feliz Nataaaaaal!!!
E aí, como foram de ceia, almoço etc.? Por aqui as crianças piraram!
Como ainda acreditam em Papai Noel, meu irmão mais novo se vestiu a caráter e fez a alegria de todos! Ele realmente entra no personagem, com direito a mudança de voz, óculos escuros, tudo para que as crianças não o reconheçam! Carinho sem preço… E eu fico lá, no maior estilo “Mamãe Noel”, pegando os presentes do saco, lendo os nomes e ajeitando o gorro! rsrsrs
E mesmo tendo acreditado na visita do Papai Noel, depois que ele foi embora, Eric soltou “eu vi o cabelo preto do papai noel”…
Pronto, pânico no lago…. E aí um olhou pra cara do outro e logo alguém soltou, meio que sem graça: “mas o seu pai também tem uns cabelos brancos junto com os pretos, não? O Papai Noel tem uns cabelos pretos junto com os brancos…”
Silêncio… Todos se olhando com aquela tensão de “será que cola?”, esperando ansiosamente a reação…
Daí, Eric, com uma cara de desconfiado, solta: “mas um menino do prédio disse que o Papai Noel é um homem de fantasia”….
Nesse momento minha vontade maior era esquecer que eu tinha 2 crianças pra educar, todo o glamour da maternidade (oi?) e soltar um sonoro palavrão!! Poxa, mas que prazer idiota desse menino… Precisa falar uma coisa dessas pra um menino de 5 anos???
O Eric anda bastante com meninos um pouco mais velhos…  E por mais que eu soubesse que coisas assim poderiam acontecer, e obviamente um dia descobrir sobre o Papai Noel, o fato é que eu – na verdade ninguém lá em casa – não estava preparada para que isso acontecesse tão já.
Daí o marido soltou: “vai ver esse menino falou isso porque não se comportou bem e alguém teve que colocar a roupa porque Papai Noel não foi à casa dele”…
Silêncio de novo, clima tenso tentando ser disfarçado, até que ele se mostrou semi-satisfeito com a resposta, saiu e foi acabar de abrir os presentes.
No dia seguinte, almoço com a família do marido… o marido da prima do Kito se vestiu de Papai Noel e o Eric ficou lá olhando, meio desconfiado. Daí Kito disse que o Papai Noel tinha ido lá de novo porque o Eric não tinha acreditado nele… E ele soltou seu famoso: “Sério? Mas hoje o cabelo dele estava diferente…”
Passado o sufoco, claro que a situação logo virou piada… Mas aí a pergunta que não sai da cabeça: Até quando as crianças vão acreditar em Papai Noel e nessa magia do Natal?
E em toda a dinâmica de elaboração de presentes pelos duendes operários, controle de comportamento feito através das rondas diárias pelas casas por outros duendes…? (oi? controle de ronda? Ok ok vou ali enterrar a minha cabeça no buraco e já volto!)
Mas fala sério: fica difícil acreditar que o Papai Noel dá conta de saber quem foi bonzinho, fazer, distribuir os presentes e ainda distribuir pirulitos no shopping, não? (digam que sim!!! rsrsrs)
Mas voltando à pergunta, eu sinceramente não sei a resposta, mas gostaria mesmo de ter uma ideia de idade, sei lá… Até porque existe uma irmã mais nova que também curte muito toda essa dinâmica natalina…
Eu só não gostaria que eles fossem submetidos prematuramente a essa realidade… É tão emocionante vê-los diante do Papai Noel, preocupados com a cartinha, com os preparativos… Sei que um dia eles irão crescer, mas eu queria que esse dia demorasse bem mais… E por mais que eu ache que estou aproveitando cada fase, está numa velocidade que eu não esperava…
Queria muito a opinião de vocês: estou sendo egoísta ao tentar “retardar” essa descoberta e aproveitar mais esse clima de magia ou deveria aceitar que hoje em dia as coisas estão cada vez mais precoces e essa é uma das consequências pelo fato de ele andar com meninos mais velhos?
E já que é para descobrir, quando é a hora certa (se é que existe uma)? Será melhor através dos amigos ou através dos pais?
Quem já passou por isso? Como foi???
Compartilhe aqui com a gente sua experiência, vai? 🙂
Grande beijo Natalino e até a próxima!
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Dia das Crianças e seu poder de contágio nos adultos

Hello, Loucas!!!

Estava lá eu jantando com meu marido um prato fino da culinária italiana sanduba de pão com salame e pensando no post de hoje, e ele sugeriu: já que o Dia das Crianças está chegando, por que não escrever sobre isso???

Mas eu não queria fazer um TOP 10 presentes incríveis-imperdíveis-quase-vivos-o-olho-da-cara-de-caros para esse dia…. Eu queria saber a verdadeira história por trás da data, a busca por uma reflexão profunda, e percebi que ia ser algo muito chato!!! Rsrsrs

Isso porque foi só começar a pesquisa (pelo Wikipedia e confirmado por mais um tanto de outros sites) pra perceber que a causa nobre que eu tanto procurava para justificar a data até existiu, mas o que popularizou mesmo foi uma ação puramente consumista…

“O Dia Mundial da Criança é oficialmente o dia 20 de novembro, data que a ONU reconhece como Dia Universal das Crianças por ser a data em que foi aprovada a Declaração dos Direitos da Criança em 1959 e a Convenção dos Direitos da Criança em 1989. Porém, a data efetiva de comemoração varia de país para país.

No ano de 1924, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a ideia de “criar” o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924. Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a “Semana do Bebê Robusto” e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o Dia das Crianças é comemorado com muitos presentes. Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto. A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos no Brasil.”

Pois é… aprovar uma lei oficializando esse dia no Brasil, ok, mas descobrir que a tal lei só se tornou popular por questões puramente econômicas foi bem decepcionante… Pronto, aquele post lindo sobre os ideais filosóficos do Dia das Crianças foi por água abaixo….

Quer saber? Ainda bem!!! E vamos falar a real? Quando eu era criança, essa data só significada mesmo um belo presente!!! Aliás, como eu faço aniversário na mesma semana, não era raro eu levar “golpes” do tipo ganhar um só presente de aniversário e Dia das Crianças – sim, confesso: momento trauma nunca superado. (nunca faça isso com uma criança!!! rsrsr)

Já na minha adolescência, essa data significava feriado, viagens com a galera, depois com o namorado, com o marido, muita diversão, uhuuu!, e assim foi até eu virar mãe…

Ai, essa maternidade…… Aliás, depois que a gente vira mãe, vive buscando significado pra tudo, né? E com essa data não foi diferente… E daí, eu já me peguei tentando formular uma resposta para o real significado dessa data para mim…

Mas… será que a gente tem MESMO que buscar ardentemente um significado ou uma justificativa pra tudo e, nesse caso, para essa data?

Será que precisamos MESMO gritar para o mundo e postar em todas as redes sociais “abaixo o consumismo”, “não dê presentes para as crianças” (oi????), “semeie a paz”!!!!

Não podemos prestar mais atenção aos nossos gestos e, através deles, dar o exemplo para os nossos filhos e os amiguinhos deles?

Não podemos apenas pensar num programa familiar diferente, mostrar que um passeio pode ser muito mais legal que um presente propriamente dito?

Não podemos nos permitir curtir um pouco essa data ao invés de criticar as lojas, as propagandas na TV, quem dá presentes ou quem não dá presentes?

Essa semana, foi muito legal colocar fotos de infância nas redes sociais – virou verdadeira febre!!!  E por que não aproveitar essas fotos para relembrar tantos momentos incríveis que vivemos com os amigos? E que tal compartilhar com algum amigo seu da época essa história engraçada? Certamente um deles estará no Facebook…

fe kid

mini-Fê

Eu brinquei de Barbie até meus 12 anos sim, joguei muita bola, corri no molhado de sandália Melissa até o pé escorregar pelo buraco, fiz mistureba com pasta de dente, shampoo, condicionador e deixei dias secando até virar pedra… Brinquei de gato mia, pulei corda, elástico e tantas coisas mais… Eu adorava construir clubinho com as amigas no terreno chamado “morrão” do prédio que eu morava. Levávamos sobras de carpete para forrar o chão, utensílios de casa e plásticos para proteger da chuva. As meninas pegavam as traves de futebol de ferro dos meninos e “cavavam” a terra para fazer as escadas e acessar a parte mais plana, que ficava no alto. Claro que entortava tudo e gerava uma grande confusão, com direito a clubinho invadido pelos meninos ou destruído, rsrsrs.

E que tal contar para o seu filho que você já foi criança um dia e também já fez muitas brincadeiras não nasceu essa mãe chata que manda tomar banho, escovar os dentes e recolher os brinquedos? Claro que as brincadeiras mais sórdidas podem ser poupadas…

Nossa, acabei de lembrar: minha mãe gritava muito para que meus irmãos parassem de chutar bola no corredor. Isso acontecia quase todos os dias… Um chutava e o outro defendia, com direito a saltos e mergulhos dignos de um goleiro profissional. Não preciso dizer o que o Eric MAIS gosta de fazer em casa, né??? Com as mesmas “caras e bocas” e a mesma irritante intensidade de chute. Como minha sogra diz: “quem herda, não furta”!!!

Depois que a gente vira mãe parece que a gente esquece que já foi filha, criança… E quanto ao assunto inicial deste post – o real significado do Dia das Crianças – percebi que eu não PRECISO de uma definição… Mas é uma época em que eu posso “dar um tempinho” dessa correria do dia a dia, me permitir relembrar momentos felizes da infância, não ter medo de postar fotos engraçadas e de contagiar com histórias engraçadas as crianças à minha volta!

Certamente você vai acabar descobrindo muitas semelhanças entre o que você gostava de fazer e o que os seus filhos gostam atualmente…

E vocês? Já se depararam com esse tipo de “déjà vu” às avessas??? Contem pra gente!!!

Um beijo e até a próxima!!

irmaos

eu e meus irmãos

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Reflexões de aniversário: 1 ano de Blog !

Hello, Loucas!!!!!

Voltei!!!! Para quem notou uma sumidinha básica, explico: férias!!!! Pequenas mas valiosas!!!!

Fomos para a Disney, a primeira vez com as crianças… Visitamos minha cunhada, marido, filhos e minha sogra, que estava lá de férias também! Uma delícia, as crianças aproveitaram horrores maaaaas não será agora que eu falarei sobre isso!!! Já estou providenciando um post sobre Disney sob a ótica de uma Mãe Louca!!! rsrsr

balao

Hoje eu queria comemorar com vocês 1 ANO DE BLOG !!! Uhuuuuu!!!

Quando me dei conta que esse dia chegou sábado, glamurosamente babando no sofá assistindo Rock in Rio, não via a hora de compartilhar isso com vocês, que, nesse primeiro ano, também fizeram parte desse blog: lendo, palpitando, compartilhando, enviando ideias, enfim, dando vida!

E aí, eu fui lá no primeiro post que escrevemos (no maior estilo reler o horóscopo do início do ano pra ver se estava certo, sabe? rsrsrs) e me deparei com algo muito interessante:

“(…) No começo do ano, éramos apenas mães e esposas. De um singelo convite para uma tarde de confraternização infantil e materna, surgiu uma amizade inesperada, que cresce a cada dia. A intimidade e a cumplicidade foram tamanhas que começaram as trocas: de ideias, de dicas, de aprendizado, de produtos e de diversão!

Este blog é uma das primeiras criações coletivas dessa amizade entre pessoas tão diferentes e tão iguais ao mesmo tempo, e é prova de que nem sempre 1+1+1+1 é igual a 4.(…)”

Bingo!!! Realmente a amizade cresceu e amadureceu… Uma intimidade e cumplicidade difícil de explicar em tão pouco tempo… Trocamos muitas ideias para os posts, fizemos terapia à base de inúmeros temakis, compartilhamos momentos pessoais difíceis, tivemos liberdade de expressar nossas diferenças…

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O mais louco é que, quando iniciamos o blog, éramos mães de “crianças grandes”. Mesmo que o caçulinha Chico ainda não andasse, ele já estava na escola, então era como se ele fosse super grande!

E nesse primeiro ano de empolgação com o blog tanta coisa aconteceu…. A Má engravidou, depois a Ju e a Sha… Caetano já nasceu, Tom também, e agora esperamos ansiosamente o Raul! E assim, de repente, todas nós passamos a viver novamente e intensamente essa realidade de enjoos, partos e a eterna ridícula discussão entre normal e cesárea, amamentação, cor, formato e velocidade dos cocôs, compritchas! Mesmo eu, que já tinha a Luna com 2 aninhos, fui completamente envolvida por esse mundo mágico da gestação e me peguei lembrando de muita coisa legal dessa época, já esquecida com o crescimento das crianças.

Claro que, no meio dessa loucura toda, estão nossas crises existenciais, culpas maternas, dilemas educacionais, dúvidas eternas… E um ano depois, lendo o que a Má postou na semana passada, “Holstee Manifesto e a busca do não-trabalho” (se não leu, vale a pena!), percebi que estou ainda mais apaixonada pelo blog…

cervejas

A cada post, percebo que muita gente passa pela mesma situação (embora muitas mães-perfeitas neguem!!!), que muita gente gosta de participar e contribuir com sua ideia, e acho que esse é o grande objetivo: contagiar e ser contagiada com essa loucura da maternidade em todos os aspectos da vida e aprender a lidar com essa grande mudança… (ou ao menos, conseguir pedir socorrooooo!!)

Mesmo que às vezes a loucura do dia a dia não permita uma atualização diária, a essência do blog será mantida: escrever quando e o que estiver afim, sobre sentimentos reais, condutas que acreditamos e produtos ou serviços que realmente gostamos.

Cada elogio, mensagem e sugestão me motiva a pesquisar, desabafar, escrever mais e mais, e por isso fiz questão de agradecer especialmente a todos que acreditam e incentivam esse nosso “trabalho informal”.

♥   ♥   ♥   MUITO OBRIGADA!!   ♥   ♥   ♥

Um grande beijo e até o próximo post!!

nos 2013

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Holstee Manifesto e a busca do não-trabalho

olá!

faz teeeeempo que não apareço por aqui, eu sei. mas além de umas semanas de trabalho rolo-compressor, andei meio sem ideias pra escrever. na verdade, estou num momento de muitas ideias, vontade de mudar, à procura de algum trabalho que me motive, que me enriqueça, pelo qual me apaixone. depois posso escrever mais sobre isso (embora seja um assunto meio chato… rs), mas li em algum lugar que, na verdade, o que estou procurando é um não-trabalho, ou uma atividade que seja tão criativa, criadora e apaixonante que não seja encarada como um ‘trabalho’. e só. (né? rs)

a semana passada foi bem tranquila no trabalho, então pude me dedicar a fazer algo que não conseguia há tempos: navegar sem rumo pela internet. sabe aquela coisa de começar no Facebook (sempre!), clicar num link, ler um texto, dar uma busca no autor, entrar numa página, clicar numa imagem, ler um comentário, cair noutro link de outro texto, de outra imagem, de outra pessoa interessante…? pois é, acho que consigo contar nos dedos quantas vezes fiz isso. e esses dias redescobri como é bom entrar no labirinto sem o fio de Ariadne e me perder em conexões e descobertas!

neste momento de busca por um sentido profissional, acabei conhecendo uns autores com histórias similares à minha, de tentativa e (muitos) erros e fiquei inspirada! tem tanta gente fazendo coisas interessantes e que a gente nem ouve falar! um blog que tem muito texto interessante é o Brain Pickings, da Maria Popova, uma escritora e curiosa de tudo que é conexão de ideias e interesses. tem muito conteúdo bom lá, coisas inspiradoras de gente que vale à pena conhecer.

foi assim que conheci o tal Holstee Manifesto, um ‘texto’ em formato não-linear super inspirador que merece ser lido diariamente. na minha tradução livre, é mais ou menos assim:

Esta é a sua vida. Faça o que ama e faça com frequência. Se você não gosta de algo, mude. Se não gosta do seu trabalho, demita-se. Se você não tem tempo suficiente, pare de assistir TV. Se estiver procurando o amor da sua vida, pare; ele estará te esperando quando você começar a fazer coisas que ama. Pare de superanalizar, a vida é simples. Todas as emoções são lindas. Quando comer, aprecie cada mordida. Abra sua mente, braços e coração para novas coisas e pessoas, somos unidos nas nossas diferenças. Pergunte à próxima pessoa que encontrar qual é a paixão dela e compartilhe seu sonho inspirador com ela. Viaje com frequência; se perder vai te ajudar a se encontrar. Algumas oportunidades só aparecem uma vez; aproveite-as. Vida é sobre as pessoas que você encontra e as coisas que cria com elas; então, saia e comece a criar. A vida é curta. Viva seu sonho e compartilhe sua paixão.

(O Manifesto Holstee, 2009, escrito por Dave, Mike & Fabian, design por Rachael. www.holstee.com/manifesto)

inspirador, né? então façamos disso nosso mantra diário e bora viver a vida e criar!

O Manifesto Holstee

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