Holstee Manifesto e a busca do não-trabalho

olá!

faz teeeeempo que não apareço por aqui, eu sei. mas além de umas semanas de trabalho rolo-compressor, andei meio sem ideias pra escrever. na verdade, estou num momento de muitas ideias, vontade de mudar, à procura de algum trabalho que me motive, que me enriqueça, pelo qual me apaixone. depois posso escrever mais sobre isso (embora seja um assunto meio chato… rs), mas li em algum lugar que, na verdade, o que estou procurando é um não-trabalho, ou uma atividade que seja tão criativa, criadora e apaixonante que não seja encarada como um ‘trabalho’. e só. (né? rs)

a semana passada foi bem tranquila no trabalho, então pude me dedicar a fazer algo que não conseguia há tempos: navegar sem rumo pela internet. sabe aquela coisa de começar no Facebook (sempre!), clicar num link, ler um texto, dar uma busca no autor, entrar numa página, clicar numa imagem, ler um comentário, cair noutro link de outro texto, de outra imagem, de outra pessoa interessante…? pois é, acho que consigo contar nos dedos quantas vezes fiz isso. e esses dias redescobri como é bom entrar no labirinto sem o fio de Ariadne e me perder em conexões e descobertas!

neste momento de busca por um sentido profissional, acabei conhecendo uns autores com histórias similares à minha, de tentativa e (muitos) erros e fiquei inspirada! tem tanta gente fazendo coisas interessantes e que a gente nem ouve falar! um blog que tem muito texto interessante é o Brain Pickings, da Maria Popova, uma escritora e curiosa de tudo que é conexão de ideias e interesses. tem muito conteúdo bom lá, coisas inspiradoras de gente que vale à pena conhecer.

foi assim que conheci o tal Holstee Manifesto, um ‘texto’ em formato não-linear super inspirador que merece ser lido diariamente. na minha tradução livre, é mais ou menos assim:

Esta é a sua vida. Faça o que ama e faça com frequência. Se você não gosta de algo, mude. Se não gosta do seu trabalho, demita-se. Se você não tem tempo suficiente, pare de assistir TV. Se estiver procurando o amor da sua vida, pare; ele estará te esperando quando você começar a fazer coisas que ama. Pare de superanalizar, a vida é simples. Todas as emoções são lindas. Quando comer, aprecie cada mordida. Abra sua mente, braços e coração para novas coisas e pessoas, somos unidos nas nossas diferenças. Pergunte à próxima pessoa que encontrar qual é a paixão dela e compartilhe seu sonho inspirador com ela. Viaje com frequência; se perder vai te ajudar a se encontrar. Algumas oportunidades só aparecem uma vez; aproveite-as. Vida é sobre as pessoas que você encontra e as coisas que cria com elas; então, saia e comece a criar. A vida é curta. Viva seu sonho e compartilhe sua paixão.

(O Manifesto Holstee, 2009, escrito por Dave, Mike & Fabian, design por Rachael. www.holstee.com/manifesto)

inspirador, né? então façamos disso nosso mantra diário e bora viver a vida e criar!

O Manifesto Holstee

O Manifesto Holstee

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Categorias: blogs, desabafo, leituras | Tags: , , , , , , | 8 Comentários

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8 opiniões sobre “Holstee Manifesto e a busca do não-trabalho

  1. Gil

    Adorei! Inspirador, motivador! Sempre é bom encontrar textos assim, que de repente dizer: “Para tudo!” e retomar o foco nos seus sonhos e objetivos sem se deixar engolir pela agitação do dia a dia! bjs

  2. Gabriela Chamusca

    Já estávamos com saudades…
    Como uma boa geminiana que sou estou sempre assim sonhando e querendo renovar (tudo)! Odeio a rotina e mesmice… acho que por isso nunca tive um emprego e sempre “trabalhei” com pelo menos 3 coisas diferentes (atualmente 4 e inventando uma 5a hahaha). Acho que sempre temos que sonhar e viver os sonhos sim, mas tb precisamos aprender a gostar daquilo que fazemos… senão estamos sempre buscando e nunca realizando!
    Vejo que muitas vezes meus sonhos de hoje amanhã já são tão reais que aquilo já não tem mais graça e quero outro… Estou sempre sonhando e vivendo pouco. Temos então que aproveitar a vida (aquilo que temos) e não só os sonhos!

    • verdade, Gabi. eu sempre pensei muito nisso, primeiro ver se dá certo ‘amar o que a gente faz’. mas tem vezes que não funciona, aí a gente tem que sair à caça de fazer ‘algo que a gente ame’.
      esta é minha busca do momento!

  3. Gil

    Concordo que devemos aproveitar “o que temos pra hoje” poque de um modo ou de outro é fruto do que plantamos sem lamentações e sempre com uma visão otimista, mas tirando as inconstâncias… no fundo sempre sabemos o que nos move, o que nos dá prazer e se podemos contar com um fator motivador e sempre melhor. bjs

  4. Gabriela Chamusca

    Na verdade nesta situação temos 2 saídas… Procurar dentro da nossa profissão algo prazeroso ou realmente mudar de profissão. Mas acho que nenhuma profissão é totalmente chata ou sempre linda. Eu adoro o que faço dentro da minha profissão (umas coisas mais e outras menos) mas tem coisas da minha profissão que jamais faria ou se tivesse que fazer seria extramente insatisfeita!
    Acho que o maior problema é que escolhemos nossa profissão muito novos… Deveríamos só trabalhar (em diferentes áreas) até os 30-40 e ai sim escolhermos nossa profissão.

    • é uma escolha feita muito cedo mesmo, o próprio Roman fala sobre isso no começo do livro. mas o mais difícil é que a gente muda, e pode ser que, mesmo tendo feito uma escolha acertada aos 18 ou 20 anos, há grandes chances de chegarmos aos 30 ou 40 infelizes com aquilo que escolhemos anos atrás. por isso talvez a melhor saída seja estarmos sempre abertos para a possibilidade de mudança – seja ela dentro da mesma área ou mudando completamente de ramo profissional! 😉

  5. Pingback: Reflexões de aniversário: 1 ano de Blog ! | Mães Loucas

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